Imagine Hot Niall



Era uma tarde de quinta feira, estava sol lá fora, apesar de já ser quase 17hrs da tarde, mas eu não tinha vontade de fazer nada, estava recostada na poltrona do meu quarto lendo um livro que já não tinha mais graça, porque eu já me perdera na leitura. Foi quando meu celular tocou. Era uma mensagem. Amém, alguém pra me tirar do tédio, vi então que o número era de Niall, meu namorado. Hoje como eu não fui a escola, não nos vimos de manhã, e ele tinha academia agora a tarde, provavelmente ele estava querendo matar a saudade me mandando sms.
“Hey meu bebe, senti sua falta hoje de manhã, alias, estou sentindo até agora. Estou indo para o meu apartamento, aparece lá! Te amo xx
– HAHAHA, eu ganhei, de novo - ele disse tirando saro da minha cara.– Chega, já fui humilhada, não quero mais jogar - larguei o joystick na mesa e me recostei no sofá, cruzando os braços e fazendo bico. Eu estava entediada, então Niall sugeriu que jogássemos Guitar Hero, mesmo ele sabendo que eu era péssima, aliás, ele deve ter proposto esse jogo justamente por isso, seria fácil ele ganhar.– Ah já vai desistir? Você só perdeu de 8 à 2 - ele dizia isso com o maior orgulho do mundo - Eu disse que ninguém me vencia no Guitar Hero. Eu sou o mestre aqui - ele fez uma pose de malandro e eu o encarei, depois caímos em risadas.– Como você é besta.– Tu gosta do besta aqui que eu sei - ele sorriu pelo canto direito da boca, em seguida piscou pra mim.– Quem disse isso? - estava a fim de provocar e ver até onde ia.Ele percebendo que a minha teimosia era intencional, pôs seu joystick na mesa, levantou e foi até a tevê, desligando- a. Em seguida veio até mim, e me deu a mão, para que eu ficasse de pé. Eu o fiz, ficando de frente para ele.– Vamos fazer diferente então? - ele disse me puxando para perto de si, pondo as mãos em torno de minha cintura. - Vamos entrar em um jogo que você e eu possamos ganhar. - ele me olhou, sorrindo malicioso.– Me parece um jogo interessante. - disse arqueando uma das sobrancelhas e retribuindo o olhar malicioso. – Quem começa? - perguntei animada.Ele trouxe seu rosto para perto da minha orelha e sussurrou:– As damas começam! - ele pôs seu rosto novamente de frente para mim, me encarando com olhar feroz.Passei uma de minhas mãos pelo pescoço dele, ficando com a outra livre apoiada em seu peito. Encostei minha testa na dele e o olhei, mordendo meus próprios lábios. Ele suspirou e diminuiu em seguida a distancia entre nós, selando nossos lábios. Começamos a nos beijar e logo tudo se tornava urgente. Eu fazia movimentos com a língua em seus lábios, sugando-os levemente em seguida. Ele involuntariamente gemeu. Em instante sua boca era cada vez mais urgente contra a minha, pedindo passagem. Eu o permiti, e então se iniciou o beijo mais sedento de que já tinha experimentado. Nunca havíamos chegado a um nível de desejos assim. De repente, tudo, cada vez mais se tornava intenso, não conseguíamos mais controlar nossos corpos, beijos tão pouco. Até respirar ficava difícil. Ele foi me conduzindo até a parede próxima ao sofá, me encurralando. Ele apertava seu quadril contra o meu, apesar de nos encaixarmos perfeitamente. Entrelacei meus dedos em seu cabelo liso e o puxei delicadamente, fazendo com que ele pendesse a cabeça para trás. Contornei a linha de seu queixo com a ponta da minha língua e o senti se contrair. Ele voltou seu rosto à posição que estava, ergueu os braços e tirou a regata branca que usa, eu o acompanhei. O que dificultou um pouco foi o fato deu estar usando uma camiseta xadrez de abotoar. Nervosa, me atrapalhei tentando abrir os botões, Niall me ajudou e abriu minha blusa com maior facilidade. Sem interromper nosso beijo, ele desceu a mão pela lateral do meu corpo, e em seguida passando pelas minhas coxas, me erguendo por elas. Passei minhas pernas envolta de sua cintura, e assim ele nos conduzindo até o quarto. Esbarramos em alguns móveis pelo caminho, até chegarmos finalmente à porta do quarto de Niall, a qual ele abriu em um só tapa. Ele tentou me por gentilmente deitada na cama, mas acabou que ele praticamente me jogou nela, vindo por cima em seguida. Achei que nossos beijos não poderiam ficar mais descontrolados do que já estavam, foi quando ele começou a simular uma penetração em minha boca com a sua língua. Aquilo me dominou de um jeito inexplicável, acabei gemendo em sua boca.– Niall… – disse entre o gemido.– HM – foi à resposta que obtive dele, em sussurro. Ele interrompeu nosso beijo por questão de segundos e me olhou, eu jamais vira tanto desejo em seus olhos, qualquer pensamento que eu tinha em mente de dissolveu ao ver aqueles olhos azuis, aquelas bochechas rosadas que pareciam ser feitas de veludo.Ele desceu sua boca pelo meu pescoço, mordiscando e deixando um rasto úmido pelos seus beijos por ali. Ele deu certa atenção aos meus seios, os envolvendo um com a boca, e o outro com a mãe. Eu arfei com seu gesto. Ele fez movimentos circulares com a ponta de sua língua, depois sugava, sem receio. Os movimentos com a mão em meu outro seio, não ficavam atrás em me tirar do controle, ora ele o apertava, ora o aranhava. Niall era do tipo que gostava de deixar a sua marca. Ele levou as mãos a minha cintura, me segurando como se pra certificar-se de que eu não me moveria, desceu sua boca por toda a extensão da minha barriga, sem tirar os olhos dos meus, eu o observei levar sua boca até meu baixo ventre, arfei ao me dar conta do que ele faria. Fechei os olhos não para evitar a visão de Niall possuindo minha intimidade com sua língua, mas sim, para senti-lo ainda mais. Ele tocou delicadamente os pequenos lábios de meu sexo, e os abriu, dando passagem para a sua língua me “penetrar”.Não há definição para a sensação que senti tão pouco o som que se foi emitido de minha boca, era quase como se eu realmente o tivesse dentro de mim. Se aquele momento fosse nosso ápice, eu estaria mais que feliz, mas com Niall, não havia limites, até que ele determinasse um.Por um tempo ele se manteve ali, entre minhas pernas, ora me torturava com sua língua, ágil devo confessar, ora me torturava com seus dedos habilidosos. Eu suava frio, a adrenalina que percorria pelo meu corpo era quase que eletrizante, meu corpo estremecia com o toque de seus dedos em mim, nem a minha respiração tinha controle, não mais. Eu estava vulnerável a ele, o que ele quisesse ter de mim naquele momento, ele teria.Ele voltou sua boca para meu pescoço, e sussurrou, rosando seus lábios em minha pele, me causando arrepios.Você parece estar perdendo o controle – ele ironizou uma risadinha safada ao pé do meu ouvido. Cachorro, ele tinha de me provocar. Sua boca voltou atenção a minha, ele puxava meu lábio inferior, sem dó, sorrindo. Levei minhas mãos até sua nuca, o puxando para mim novamente. Sem interromper nosso beijo, ele se apoio pelo cotovelo esquerdo na cama, com a mão livre, ele ajeitou cada uma de minhas penas envolta de si, uma de cada lado, ele puxou minha coxa para mais perto, até que ele estivesse posicionado entre minhas pernas, nossos quadris de encaixaram e em pensamento eu agradeci por ela estar finalmente indo direto ao ponto. Direto até de mais, ele introduziu sem membro em mim, sem aviso prévio, e sem desgrudar os nossos lábios. Eu o mordi quando senti aquilo dentro de mim, indo pra frente impulsivamente. Ele forçou meu corpo para baixo com o seu, deitando em cima de mim, mas não jogando seu peso, apenas me imobilizando. – Se você se mover perde o jogo, prefere desistir? – não haveria nível de sensualidade que pudesse medir o olhar que Niall me dirigiu essa hora. Aquele sorrisinho cafajeste, que eu tanto amava.Levei minhas mãos até seu ombro, cravando as unhas neles e as descendo pelas suas costas, ele gemeu alto e fez uma expressão de dor com prazer, ele me olhou, e quase pude ler um “cachorra você me paga” em seus olhos. Sorri em vitória.– Não desisto nem fodendo. – respondi mordendo os lábios enquanto ele me observava sedento.– Isso nós já estamos fazendo – ele disse rindo, mas eu tirei sua atenção quando movi meu quadril contra o seu, mesmo com seu membro em mim, ele arfou e me encarou, cerrando os olhos.Ele começou a fazer movimentos de vai e vem que foram se intensificando, ele mantinha as mãos pousadas em minhas coxas, ora ele as apertava, ou as forçava para o lado, tendo assim mais espaço para as estocadas profundas. Eu achei que logo ele me atravessaria por inteiro. Sentindo minha intimidade já se contraia, ele foi diminuindo o ritmo, mas não parou um segundo se quer tão pouco desviou seus olhos dos meus. Como ele conseguia manter-se firme, e me observar enquanto… Ele, digamos logo a palavra certa, me fodia? Ele me olhava de um jeito diferente, não tinha como explicar, ele gostava de me ver franzir as sobrancelhas quando ele estocava fundo, ou me observar gemer quando ele apertava as minhas coxas, mordendo os lábios, seus lábios, era sexy ao estremo ele me beijar de olhos abertos, aqueles olhos azuis, como um oceano de sensações. Mesmo já exausta, pude perceber que ele logo não aguentaria mais, estávamos chegando ao limite, resolvi dessa vez ser eu a impor o limite.Inesperadamente, apoiei o braço na cama, me levantando e o obrigando a se virar, ficando assim abaixo de mim. Ele me encarou, não confuso, mas surpreso, sem saber o que esperar de mim. Passeei com minhas mãos pelo seu abdome, mordendo os lábios e tentando encara-lo de um jeito sexy que o provocasse, pareceu funcionar, ele respirou pesada e pausadamente fundo. Sentada nele, comecei a fazer movimentos com o quadril, rebolando em seu membro, ele parecei realmente não esperar que eu fosse fazer isso, soltou então o gemido mais deliciosos que eu já ouvira dele.– Se gemer assim de novo, vai perder todos os pontos – resolvi lembrar de que estávamos em um jogo, e as regras para mim, eram as mesmas para ele, mesmo eu querendo ouvi-lo gemer novamente. Repeti o movimento por mais algumas vezes, só para vê-lo perder o controle – Pode desistir de quiser senhor Horan. – disse ironizando a situação, mas como não só no Guitar Hero, mas também em nossas transas, Niall parecia sempre tomar um jeito de ser o dono do jogo. Ele em um movimento repentino e imediato nos mudou de posição, me girando na cama e parando sobre mim. Ele levou sua boca até meu pescoço, foi quando notei que ele havia me mordido, ele provavelmente queria ter me dado um chupão, mas como já não tinha tanto controle assim, acabou se animando um pouco. Eu grunhi, não pela dor, por incrível que parece, porque realmente doeu, mas foi pelo prazer que aquilo me proporcionou. – Acaba com isso Niall! – eu o implorei em meio a um gemido.Ele pôs o restante de forças que lhe restara, em estocadas não profundas, mas intensas, não demorou muito para que chegássemos lá juntos. Ele tombou ao meu lado, com o rosto enfiado no colchão, eu passei as mãos pelo meu rosto, numa tentativa de arrumar meu cabelo que antes estavam grudados em minha pele, devido ao suor. Fiz movimentos com as mãos, tentando me abanar, fazia quantos graus naquele quarto, uns 40?Niall se ajeitou na cama ao meu lado, apoiando o cotovelo na cama e o rosto sobre a mão. Eu me virei, ficando de lado, o observando. Ficamos assim por um tempo, até que os dois pudessem restabelecer seus controles.Acho que pela primeira vez empatamos em algo. – eu disse por fim sorrindo. Ele abriu aquele sorriso espontâneo dele que eu tanto amava.– Mas a partida não acabou. – ele disse. Eu o encarei meio desconfiada.– Como assim?– Se você já respirou podemos começar um segundo hound? – ele disse ja me puxando para um beijo intenso.

2 comentários:

  1. Oi,nao sei se faz mal mas eu peguei um pouco do seu Hot e postei na minha pagina nao se prucupe mas coloquei os creditos *0*

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