Me Desculpem

Olá gente! Então... eu estou aqui pra pedir desculpas pra vocês. Eu sei que não estou postando os capítulos da fic, mas eu irei postar amanhã! Hoje é aniversário da Jana u.u eu vou dar uma blusa do super man pra ela e dei uma carta de 4 folhas, é muito amor haha, mas então me desculpem mesmo, é que eu estava cheia de coisas pra fazer! Mas aguardem, o cap 7 sai amanhã! Kisses kisses /Anna

Capítulo 6 - No More


É, aquela noite foi, digamos que... a mais importante da minha vida. Eu havia dormido com a pessoa que eu mais amava aquele momento. Depois daqueles pensamentos fixos na minha cabeça, eu acabei dormindo, eu estava morrendo de sono. A noite estava sombria, solitária e fria, bom essas eram as noites de Londres, mas eram bem tranquilas. As horas se passaram rapidamente. Acordei 11h com animação a mil por ter começado uma vida de verdade, mas havia um problema, Liam não estava lá. Não estava na cama ao meu lado. Me levantei e começei a rondar a casa toda. 
Seu Nome: LIAM! LIAM! CADÊ VOCÊ? LIAM!
Eu gritava e gritava o quanto eu podia, mas ele não estava mais em sua casa. Onde ele estaria? Eu não sabia, mas novamente vários pensamentos se passavam por minha cabeça. E se ele foi sequestrado? Não, acho que não. Mas porque ele havia me deixado? Eu não entendia. Voltei pro quarto e encontrei um papel dobrado no chão, era do Liam, e estava escrito: 

Capítulo 5 - No More


Liam me beijou. Foi uma sensação extraordinária, como se fosse meu primeiro beijo. Nada veloz, calmo e apaixonante. Não tão molhado, mas nada pra sentir tudo naquele momento. É uma viagem composta de emoções, e ao piscar de olhos, naquele beijo, parecia que todos os sonhos haviam se realizado e uma eternidade tivesse se passado. Meus pensamentos iam longe, saiam de mim, iam passear em algum lugar, eu só focava naquele beijo, o melhor beijo.
Após o beijo, ele só me encarava, eu podia olhar profundamente nos olhos dele, no seu brilho, havia diamantes em seus olhos, eram preciosos, eram meus, eu o amava mais que tudo naquele momento, sem ao menos o conhecer direito, saber quem ele era de verdade. As horas se passaram rapidamente e a formatura já estava ao fim.

Imagine Hot Louis



- Sh, Savannah, você vai acordar alguém. – (S/N) bateu uma vez nas costas da amiga e deixou um riso fraco escapar por entre seus dentes. Savannah e (S/N) subiam as escadas correndo e rindo. Elas entraram no quarto, e Savannah trancou a porta.
- Me fala, exatamente, que horas que você volta? – (S/N) se sentou no chão, abrindo um dos pacotes de pipoca que ela havia trazido, e encarava Savannah.
- Ai, (S/N)! Sei lá meu, acho que daqui a umas cinco ou seis horas. – Savannah colocava seu sobretudo, cobrindo o seu mini shorts, e sua mini blusa. Aparentemente hoje, era seu dia de usar roupas minis, da qual (seu apelido) não podia reclamar.
- Eu estarei dormindo, então não me acorde. – (S/N) fez um bico, e encheu a boca de pipoca. Savannah colocou um salto alto preto, e passou um pouco de gloss nos lábios.
- Não ria muito alto porque a gente não quer que meus pais acordem. – Savannah mandou um beijo no ar para a amiga, antes de falar. - Não espere por mim. Boa noite. – E ela desapareceu pela janela. (S/N) continuou olhando para a janela depois de Savannah ter desaparecido pela mesma. Era sempre assim. (S/N) vinha dormir na casa de Savannah porque a amiga sabia que seu pai odiava entrar em seu quarto quando suas amigas estavam aqui. Mesmo (S/N), a garota que ele viu nascer. Savannah sai com Edward, um garoto que ela havia conhecido na aula de comércio. Os dois estavam se vendo a mais de quatro meses, e Savannah sempre saía com ele à noite. Deixando (S/N) sozinha, assistindo Harry Potter, e comendo pipoca. A única coisa boa de dormir na casa de Savannah era acordar de manhã e ver o irmão lindo, perfeito e maravilhoso da amiga, sentado na mesa, tomando suco de laranja, e sem camisa. (S/N) suspirou só de pensar naquela maravilha de garoto. É claro que a possibilidade dela e de Louis ficarem, ou pelo menos darem uns amassos, era fora de questão. Louis era cinco anos mais velho, e nunca (pelo menos era isso que ela pensava), nunca, havia sequer percebido a presença dela na casa. Mentira, ele falava bom dia, boa noite, e sorria ocasionalmente. (S/N) encarou a porta, que estava fechada, e percebeu que estava com vontade de ir ao banheiro. Ela se levantou, limpando a mão de pipoca no micro shorts que ela usava, e tirou o blusão, que havia pegado emprestado da amiga quando elas foram andar com o cachorro, revelando sua regata branca, que era mais apertada que um corsê, fazendo seus peitos parecerem maiores do que realmente eram. (S/N) calçou as Havaianas pretas, tamanho 35, e andou em direção a porta. O banheiro era logo ao lado, quando ela chegou à frente, prestes a virar a maçaneta, percebeu que sua vontade tinha passado. Odiava quando isso acontecia. Estava tudo escuro. Já eram duas horas da manhã e estavam todos dormindo. Ela olhou para escada, e decidiu ir beber água, rezando para que sua sede não passasse até lá. Ela desceu as escadas, olhando cuidadosamente para os degraus, para que não caísse. Ao chegar à cozinha, ela acendeu a luz, e tentou não fazer barulho quando abriu a geladeira para pegar a água. Adorava os copos da casa de Savannah. Eles eram bem grandes e redondos, dando para colocar a quantidade desejada. Quando terminou de colocar a água no copo, ela foi até a geladeira, onde guardou a água e andou de volta para onde estava o copo. (S/N) segurou o copo com as duas mãos e tomou um gole da água gelada.
- PORRA! – (S/N) tampou a boca, ao perceber que havia gritado, e derramado toda aquela água gelada em sua blusa branca, que havia ficado transparente. Ela rapidamente olhou para o menino em sua frente, que havia pegado o copo do chão.
- Eu te assustei? – (S/N) fez uma cara de dã, em quanto mordia o lábio de frio.
- Imagina. – Ela falou ironicamente. Sua boca tremeu uma vez de frio, e agora que ela percebeu que Louis estava usando só um samba canção preto. Os olhos dele mediram (seu apelido), subindo de suas coxas grossas, para sua cintura fina, e seus peitos cobertos pela blusa transparentes. O menino mordeu o lábio ao ver que ela estava com calafrios no peito. (S/N) percebeu Louis a olhando e sorriu maliciosamente. - Você se importa se eu tirar essa blusa?! Está me dando frio. – O menino a encarou por um instante, e balançou a cabeça.
- Á vontade. – Ele sorriu para ela, levantando uma sobrancelha. (S/N) tirou a blusa, ficando apenas de biquíni. A razão por ela estar de biquíni será esclarecida. - Porque que você está de biquíni? – Louis olhou para a barriga chapada de (seu apelido).
- Savannah sujou o meu sutiã de geléia. Não me pergunte como, porque eu não sei. – Ele fez um ah de entendimento e sorriu.
- E aonde que ela está, falando nisso? Não me diga que ela saiu com aquele garoto, novamente? – (S/N) levantou as sobrancelhas, surpresa.
- Você sabia? – (seu apelido) chegou mais perto dele, o encarando.
- Ela faz questão de fazer barulho quando ela chega às oito horas da manhã, é incrível. – O menino rolou os olhos, sorrindo de lado. - E você está toda sozinha naquele quarto grande? – Ele fez um bico de tristeza. (S/N) o copiou.
- Eu estou. É muito grande, e eu tenho medo. Mas eu vou assistir Harry Potter, quer se juntar a mim? – Ela sabia que a resposta seria não, mais é legal ser legal.
- Qual Harry Potter? – “Ai como esse joguinho era chato, basta falar não.”
- O primeiro, porque obviamente...
- É o melhor. – Louis e (S/N) falaram juntos, e riram.
- Tem pipoca? – “ESPERA AÍ, ISSO É UM SIM? Ai meu Deus, obrigada. É provável que eu fique duas horas e trinta e dois minutos olhando para essa maravilha?”
- E quem temperou fui eu. – (seu apelido) sorriu.
- Então vamos! – Louis a pegou pela mão, e apagou a luz antes deles subirem as escadas. Os dois tomaram cuidado para não fazerem barulho quando entraram no quarto. Eles se sentaram no chão encararam a televisão, até (S/N) lembrar que tinha que apertar play. “Não acredito que estou sentado do lado dela. Olha para ela meu. Essas coxas, essa cintura, Essa bunda, esse cabelo. Esse sorriso. Esses olhos. Ela é perfeita. Eu tenho que conseguir pelo menos um beijo. Nem que seja roubado.” Louis desviou o olhar dela, ao ver que ela o olhava pelo canto do olho. Quem ele estava tentando enganar. Essa era a (S/N). A menina que ele deseja desde a primeira vez que a viu entrar por aquela porta, quatro anos atrás. “A amiga de sua irmã vai estar na sua festa de boas vindas, então seja educado.” Foram as exatas palavras de seu pai para ele. Todas as amigas de Savannah que Louis já havia conhecido na vida eram crianças, e ele não pensou que ela ia ser diferente. Mas quando a viu entrar, usando aquele vestido rodado, e com aquele sorriso na cara, nunca desejou uma menina tanto quanto começou a desejar dês daquele dia. Sonhava com ela quase todas as noites. Principalmente quando ela dormia na casa dele, e ele a via de manhã, com aquele cabelo meio desarrumado, e aquelas coxas descobertas. Mas, na opinião dele, ela era muita areia para seu mini caminhão. Era engraçada, linda, interessante (em todos os sentidos), e ele era medíocre, muito normal, e entediante. Ele nunca teria a coragem de dar em cima dela. E outra, ela devia ter namorado. Ele só queria dormir com ela. Eles não precisavam transar. Ele só queria a sentir, por alguma razão.
Louis colocou outro tanto de pipoca na boca, tentando não a encarar. A pipoca estava no colo dele, e quanto mais eles comiam, mais rapidamente ela ia acabando. Fazendo com que o espaço entre a mão de (S/N), e o membro de Louis, fosse diminuindo. Louis voltou a olhar. Essa era sua chance. Ela virou o rosto para ele, o encarando também. (S/N) lambeu os lábios, e o olhou de baixo para cima. Louis chegou mais perto da menina, e, cuidadosamente, encostou seus lábios nos dela, pedindo passagem, a qual foi cedida sem restrição. A mão de (S/N) se direcionou a nuca de Louis, na qual ela raspou suas unhas. O beijou começou lento, pegando velocidade rapidamente. Louis deitou (S/N) no chão, ficando por cima dela. As mãos de (seu apelido) agora estavam nas costas nuas de Louis. Umas das mãos dele estavam na nuca de (S/N) e a outra nas costas dela. Seus dedos passaram pelas costas da garota, desfazendo o nó do biquíni dela rapidamente. O beijo só foi interrompido para (seu apelido) tirar o biquíni. Louis pressionou seu corpo contra o dela, sentindo mais desejo. (S/N) passou sua mão pelo membro ereto de Louis, o fazendo gemer. Ela tirou o samba canção dele com os pés e ele tirou o short dela com um movimento só. Ao perceber que ela estava sem calcinha, sorriu para si mesmo, e voltou a beijá-la. (S/N) virou Louis, ficando por cima dele. Ela distribuiu beijos no pescoço, no peito, e na barriga dele, até chegar a seu membro ereto. Ela o pegou com uma mão, e o olhou, o vendo pressionar a cabeça contra o chão, como se a quisesse jogar para trás e morder o lábio inferior. Ela voltou seu olhar para o membro de Louis, e o colocou na boca, o chupando rapidamente. Louis ofegava, e se contraia.
- Como você está fazendo isso?! Vo... Você... Chu... Chupa... Muito bem! – (S/N) sorriu, satisfeita e continuou a chupar. Ela deu mais algumas lambidas, percebendo que Louis estava chegando lá, ela correu até o criado mudo de Savannah, tirando dele uma camisinha, e a colocando rapidamente em Louis, subindo em cima dele logo em seguida. (S/N) se movia rapidamente em cima de Louis, o fazendo gemer alto de prazer. As mãos de Louis seguravam firme no quadril de (seu apelido), que agarrava os cabelos dele com força. Os dois chegaram ao orgasmo juntos, se contraindo. (S/N) se jogou ao lado de Louis, sorrindo. Ela tirou o cobertor da cama e se cobriu. - Porque que você se cobriu? – Louis perguntou, fazendo (seu apelido) corar.
- Eu tenho vergonha. – Ela desviou o olhar.
- Não precisa ter. Você é linda. – (S/N) corou mais ainda, se virando de lado, e o encarando. Ela sorriu. Um sorriso que Louis nunca havia visto antes. Ele sorriu de volta. (S/N) procurava suas roupas de baixo do cobertor, e as vestia. Ela pegou o samba canção preto de Louis, e o entregou. Os dois ficaram se encarado por um tempo. O silêncio só crescia. Não porque não tinham mais nada para falar. Mas porque só olhar, já bastava. Os olhos de (S/N) começaram a se fechar pelo cansaço. Louis se levantou a pegando no colo. Os olhos de (seu apelido) se arregalaram.
- Aonde que você vai me levar?! – Ele sorriu, e a colocou deitada na cama. Ajeitando a cabeça dela no travesseiro. Louis pegou o cobertor do chão, o colocando em cima dela, desligando a televisão antes. Ele deu um beijo na testa da menina, e sorriu.
- Boa noite. – Ele falou, e sentiu (S/N) apertar seu pulso de leve antes de ir.
- Não vá. Fica aqui. – Louis a olhou. A cama era grande e ela era tão pequena. Ele sorriu de lado.
- Vai para o lado. – Louis se deitou de baixo das cobertas a abraçando. Ela se virou, o deixando a encoxar sem malícia. Louis deu um beijo na orelha da menina, e ela se aconchegou mais a ele. - But I lacked the courage and she had a boyfriend, and I was gawky and she was gorgeous and I was hopelessly boring and she was endlessly fascinating. So I walked back to my room and collapsed on the bottom bunk, thinking that if people were rain I was drizzle, and she was hurricane. – Louis sussurrou no ouvido dela. (seu apelido) sorriu para si mesma, e virou seu rosto para lhe dar um beijo.
- Looking for Alaska. – Ela sorriu, e se virou fechando os olhos.

*


- (seu apelido), acorda! O café está na mesa. – Savannah cutucava (S/N), que parecia estar morta. (S/N) abriu os olhos e encarava a amiga. – O que você fez ontem à noite para estar com tanto sono assim? – (S/N) deu de ombros, se levantando rapidamente. Ela se olhou no espelho, e fez um coque no cabelo. - Pegue uma camisa, porque que a sua estava molhada? – (S/N) vestiu a camisa que a amiga havia lhe jogado.
- Deixei cair água. – Savannah levantou as sobrancelhas, se direcionando para a porta. (S/N) calçou as mesmas Havaianas pretas de ontem, e seguiu Savannah. O pai de Savannah havia ido trabalhar e Louis, como sempre, estava sentado no balcão, tomando suco de laranja, e sem camisa.
- Bom dia maninho. – Savannah deu um tapa no braço do irmão e já se direcionou a geladeira, se abaixando para pegar alguma coisa nela. (seu apelido) olhou para Louis, que sorria para ela.
- Bom dia. – Ele falou olhando para (seu apelido). Ela andou até ele, que lhe roubou um selinho.
- Bom dia. – Ela falou, sorrindo envergonhada.
- Cadê o leite? – Savannah se levantou, olhando para Louis.
- Está na dispensa, lá em baixo. – Savannah bufou e se direcionou a uma escada do outro lado da cozinha. - Já volto (seu apelido). – Savannah desapareceu entre as escadas, e Louis não queria parar de olhar.
- Você é linda. – (S/N) olhou para ele, dando uma risada que soou falsa.
- Acho que você está cego. – Isso o fez rir, jogando a cabeça para trás, como sempre.
- Quando que a gente vai poder repetir a dose, (seu sobrenome)? – Louis a mediu, rindo baixinho logo em seguida.
- Quem sabe, logo. – Ela sorriu, fazendo o mesmo com ele.
- Mas, da próxima vez, eu quero que seja no meu quarto e na minha cama. Para eu me lembrar de você toda a vez que eu for dormir nela.
- Achei! Finalmente! – Savannah subiu, segurando o leite na mão, fazendo com que (S/N) não conseguisse responder Louis. Foi melhor assim, porque ela não sabia o que dizer. Louis se levantou e andou até a sala, onde ele se sentou no sofá, e pulava os canais. Savannah colocou o leite em um copo, e olhava para Louis no sofá. - Ah não, se ele pode, a gente também pode, vamos. – A menina andou até a sala, se sentando no chão, e olhando para a televisão. (S/N) a seguiu, ficando nos pés de Louis, que a cutucava a todo minuto.

*


Louis olhou para a porta, que se abria lentamente. Quando se abriu por inteiro, lá estava ela. Usando apenas, uma toalha, e com um sorriso malicioso no rosto. Louis se sentou na cama, esfregando as costas da mão nos olhos. Ela andou até ele, e antes de subir na cama, jogou sua toalha no chão. Ela colocou uma perna em cada lado, subindo em cima dele e levou seus lábios ao ouvido dele.
- Promete que vai lembrar-se de mim? – Ela beijou seu lóbulo logo em seguida. Louis levou sua mão à cintura dela e antes dele poder beijá-la, ele acordou. Louis encarou o teto de seu quarto frustrado.
- Te acordei? – Louis olhou a menina que estava sentada na beirada de sua cama.
- (seu apelido)? – A menina reconheceu o apelido, e sorriu.
- O que você está fazendo aqui? – Ela se sentou mais perto dele.
- Eu estava sozinha lá no quarto da Savannah, e decidi vim te fazer companhia. – Não! Ela não estava usando uma toalha. Estava usando o blusão de Harvard de Savannah, que antes era seu e ia até a coxa da menina. - Gostou da surpresa? – Louis se sentou na cama, a olhando.
- Amei. – (S/N) segurou a ponta do blusão com as duas mãos, e, em um movimento, o tirou, revelando seu corpo absolutamente nu em baixo do mesmo.
- E agora? – A menina perguntou. Louis mordeu o lábio inferior, a deitando na cama, e ficando em cima dela. Ele a beijou, sentindo os pequenos dedos dela percorrerem todo seu pescoço. Louis tirou o samba canção que usava, e o jogou para fora da cama. (S/N) colocou a camisinha no membro já ereto de Louis, para não ter que se preocupar depois, e ele a penetrou com força. Louis tirava o membro quase todo e a penetrava com força, rapidamente. Os beijos aceleravam e (S/N) sentia a língua de Louis percorrer todo o espaço de sua boca. As mãos dele subiam e desciam as costas da menina. (seu apelido) se contraía cada vez mais, até chegar ao orgasmo. Ao ver que Louis ainda não estava lá, o empurrou para ficar de baixo dela, e desceu até ficar cara a cara com o membro de Louis. (S/N) tirou a camisinha, a atirando no lixo, o pegou e começou a chupá-lo, arrancando vários gemidos de Louis.
- Hum! – Louis gemeu, quase sussurrando. Ele passava seus dedos pelos cabelos de (seu apelido), e pressionava a cabeça no travesseiro. Quando Louis gozou, (seu apelido) subiu, colando seus lábios nos dele.
- Posso, honestamente, falar que você foi a melhor que eu já tive. – (seu apelido) riu baixinho.
- Então você é inexperiente. – Ela procurava seu blusão de baixo do lençol.
- Não se cobre não, fica assim. Fica aqui. Por mim. – (S/N) o encarou por um minuto, depois deitou sua cabeça no travesseiro de Louis, o olhando e sorrindo. Ela passou a mão pelo rosto dele, o fazendo fechar os olhos ao sentir o toque dela. (S/N) acabou dormindo do lado dele. Por sua sorte, ela sentiu quando o sol bateu em seus olhos. (S/N) olhou para Louis, que ainda a segurava. Ela tirou as mãos dele cuidadosamente de sua cintura, e deu-lhe um selinho. Ela se levantou, colocando seu blusão, e o samba canção de volta nele. Ao sair, fechou a porta com cuidado para não fazer barulho. Quando (seu apelido) entrou no quarto de Savannah não havia ninguém. Ela trocou de roupa, colocando calcinha, sutiã, e seu pijama normal. Quando estava colocando o blusão de Savannah dentro do armário, ouviu um barulho e olhou para trás.
- Bom dia (seu apelido), porque que você está acordada? – Savannah entrava pela janela, e a deixou bater.
- Você sabia que esse barulho incomoda as pessoas que ainda estão dormindo? – Savannah a olhou sem entender.
- Não, não sabia. Any way, estou acabada vou dormir. – A menina tirou seu vestido tomara que caia, que com certeza havia caído aquela noite, várias vezes, e se deitou na cama. (S/N) se deitou ao lado dela, e, por alguma razão, se lembrou de Louis.

*


Louis se sentou na cama, ao ouvir alguém bater em sua porta. Ele piscou algumas vezes, reação a luz do sol que batia entre sua janela.
- Louis, acorda! Estou indo trabalhar, fica de olho na sua irmã. – Louis se jogou de volta na cama, bufando. Ao perceber que estava usando seu samba canção, se lembrou de (seu apelido). O que o fez sorrir. Ele colocou uma calça de malha, e foi ao banheiro. Quando ele ia abrir a porta, ela se abriu, revelando (seu apelido) com cabelo solto, e sorrindo envergonhada para ele. Louis sorriu para ela, e roubou um selinho demorado. - Louis, isso não se faz. – Ela sorriu para ele, antes de descer as escadas e se direcionar para a cozinha.
- O seu suco de laranja está em cima da mesa. Estou fazendo misto para a gente. – Savannah apontou para a mesa, e voltou a mexer nos pães. (S/N) murmurou um obrigado, e se direcionou a mesa de mármore no meio da cozinha. Ela pegou seu suco na mão, e tomava goles pequenos. Louis desceu as escadas cantando.
- First my mouth with the softest kisses. Then my neck with your finger tips. Your looking at me and your licking your lipses. You press up against me with the smoothest tips. – Louis cantou e (S/N) reconheceu a música, e continuou.
- Your so good because you never do what you should. You’re so hot just the thought and I probably could. You’re so bad, and you had me on the first look. You’re so cool ‘cause you never do anything by the book. Your so fucking’ good. – Louis olhou para (S/N), e riu jogando a cabeça para trás. Os dois perceberam que a música descrevia a situação deles.
- Não sabia que você gostava de Stroke 9. – (S/N) falou, tomando outro gole de seu suco de laranja.
- Pois é. Essa é a minha música favorita. – Quando Louis ia roubar outro beijo de (S/N), Savannah se virou a entregando um prato com seu misto quente.
- Brigada. – Ela falou, colocando o prato na mesa, e vendo Louis se afastar.
- Então (seu apelido), quanto tempo que você vai poder ficar aqui? – (S/N) terminou de mastigar para responder a pergunta da amiga.
- A minha mãe foi viajar, então o tempo que eu quiser. Quer dizer, o tempo que você quiser que eu fique. – Ela refez a frase.
- Pode ficar até o fim da semana? – (seu apelido) pensou um pouco antes de responder.
- Hoje é terça? Então até esse domingo? – Savannah sorriu, olhando para os lados.
- Sim, domingo que vem. – Louis quase se engasgou com o suco que estava tomando. Ele iria ter (S/N) na sua cama, até domingo que vem? Esse só podia ser outro sonho. (S/N) riu.
- Tudo bem. – Ela completou, e viu Savannah desaparecer nas escadas.
- Vou fazer uma ligação! – A voz de Savannah soou feliz no segundo andar da casa. Louis andou até (S/N), a abraçando pela cintura. E colocando o cabelo dela atrás da orelha. Ele, lentamente, aproximou seus rostos, até grudar seus lábios. O beijo que havia começado como um selinho, agora parecia de cinema. (seu apelido) se afastou, tentando respirar.
- Eu vou ter você por uma semana, e seis dias. – Ele falou, a olhando.
- Você vai me agüentar por uma semana e seis dias, Tomlinson? – Ele riu, jogando a cabeça para trás, novamente.
- Eu acho que sim, Pequena. – (seu apelido) sorriu, e grudou seus lábios novamente. Ao ouvir os passos de Savannah, eles se desgrudaram.
- Nossa, você ainda não terminou de comer (seu sobrenome)? Está lerda, hein?! – A amiga sorriu.
- Vem, vamos comer na sala. – Savannah pegou seu prato, e se direcionou para a sala. (S/N) olhou para Louis, que sorria para ela. Uma risada escapou por entre seus dentes, e ela seguiu a amiga. “Essa semana vai ser longa. Graças a Savannah e seu peguete.” O pensamente foi simultâneo. Os dois sabiam que essa semana e esses seis dias prometiam. E muito mais do que eles pensavam.

Imagine Hot Harry



Eu estava em meu trabalho, fazendo o que eu fazia de melhor, cozinhar, sim, sou cozinheira, trabalho na casa de Harry Styles, aquele garoto do One Direction, não curtia a banda,mas preciso admitir que eles são realmente muito lindos, estava viajando em meus pensamentos quando ouço Harry me chamar na sala:
Harry- (S/N), venha aqui
Vc- sim senhor, o que deseja?- disse chegando até a sala onde ele se encontrava
Harry- vai vir uma mulher aí e como vc já sabe, o porteiro está de férias, o nome dessa mulher é Taylor, ela vai vir me procurar, diga que não estou
Vc-Por que?
Harry- fale pra ela que não estou, eu não quero ver ela, ela anda me perseguindo e eu estou cansado disso
Vc- mas e se ela perguntar onde vc foi?
Harry- fale que eu sai com uma mulher e passei a noite fora
Vc- ok
Harry- vou pro meu quarto, to cansado
Vc- ok, jaja o almoço está pronto

Imagine Hot Niall



Acordei novamente assustado de madrugada. Fui até o espelho e olhei meu estado deplorável. Olheiras roxas, barba crescente, cabelo desgrenhado, magro e pálido. O que ela tinha feito comigo?
Calcei meus sapatos, e minha rotina começaria ali. Novamente eu estava fazendo aquilo... Tudo de novo.
Fui até a cozinha e encontrei lá o que me “alegrava” todos os dias, desde ela. Vodca.
Vocês devem estar pensando... Quem toma vodca a essa hora da madrugada?
E eu lhes respondo. Eu.
Há dias a mesma coisa... Sempre a mesma coisa.
Aquilo era desgastante, mas aliviava o meu vazio.
Tomei um gole daquele álcool puro e senti a tão reconhecida por mim ardência. Aquilo ainda ia acabar me matando. E eu? Nem ligava, eu não a tinha mais.
Andei até a sala e abri aquelas duas enormes portas de vidro que lá tinha, abrindo passagem para a varanda. Ainda estava escuro e frio. Tudo muito quieto.
Suspirei tomando mais alguns goles na garrafa. Uma brisa gelada passou pelo meu rosto, levando meus cabelos e trazendo minhas memórias. Olhei rapidamente para dentro de casa e tudo aquilo que eu vivia reprimindo me invadiu sem permissão alguma. Asfixiei e meus olhos encheram-se de lágrimas. Meus joelhos vacilaram e eu caí, ficando sobre eles no chão. Lembrando-me de domingo.

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Capítulo 4 - No More


Eu havia acabado de chegar na festa e alguém desconhecido entra em minha frente. Eu não sabia quem era, mas era um garoto que eu nunca tinha visto na vida. Mas eu reparava tudo nele, como se algo tivesse me tocado. Os teus olhos, o formato de seus lábios, o timbre da sua voz. A medida da sua cintura, o teu riso sem graça, o tamanho das suas mãos. O calor da sua pele, a cor dos teus cabelos. O cheiro do teu perfume, seu ponto de vista. Pode-se dizer que não existem pessoas perfeitas, mas dane-se esse ditado, porque aquele garoto era perfeito. Eu estava na frente dele, parada, sem ao menos dizer alguma palavra, nós só nos olhavamos, eu conseguia ver a profundidade dos olhos dele nos meus. Era como se no mundo só existisse eu ele, era por isso que eu estava com um presentimento, conheci a pessoa da minha vida. Depois daquele longo tempo parados, olhando um pro outro, ele resolveu falar.
Garoto: Sentiu isso?
Seu Nome: O que?
Garoto: Essa conexão entre nós dois. Ta se formando em música?

Capítulo 3 - No More


Os dias se passaram muito rápido, e eu já ficava ainda mais animada a cada dia, como não ficar? É, o dia da formatura chegou. Eu já me sentia atrasada, tinha que fazer unha, cabelo, maquiagem, tinha que me vestir. Não dei atenção a nada naquele sabado, só para mim e o que eu tinha que fazer. Resolve ligar para minha melhor amiga, Luísa, para ela vir aqui em casa e nos arrumarmos juntas.
~ LIGAÇÃO ON ~
Seu Nome: Luísa! Você pode vir em casa hoje?
Luísa: Aham, vamos nos arrumar pra formatura na sua casa?
Seu Nome: Claro, essa é a intenção.
Luísa: Então combinado.
Seu Nome: Ok então, beijos.
~ LIGAÇÃO OFF ~

Capítulo 2 - No More


Na escola as horas passavam rapidamente, mas na verdade, tudo se passava como se não houvesse tempo. Fui embora da escola com um sorriso enorme no rosto, porque a formatura seria neste fim de semana, mas havia um problema: eu não tinha nenhuma roupa de festa para usar. Eu tinha tudo, menos um vestido. Bom, tentei não entrar em desespero, até porque, meu irmão emprestaria dinheiro para mim, ele sempre me ajuda. Ele ainda não tinha chegado da escola, então, pra acabar com o tédio, entrei no facebook pra ver se havia algo de meu interesse. É, não tinha nada, ninguém online naquela hora, então começei a escutar música. Eu chorava enquanto as escutava, lembrava de meu pai, sentia saudades de minha mãe, é, era uma vida dificil. Algumas vezes pensava em me matar porque não havia mais motivo pra viver sem meus pais do meu lado, mas olhei pelo lado bom, tenho minhas amigas e meu irmão. É, eu sou assim, penso em coisas diferenciadas. As horas se passaram e Caio chegou, eu tava ansiosa para pedir a ele.
Seu Nome: Caio, me dá dinheiro?
Caio: Posso saber pra que?