Imagine Gemma - Para Boydirectioners


Gemma pode ser considerada mais uma menina de sorte. Com a ajuda de ser irmão conseguiu abrir a tão sonhada livraria que desejava. Um ótimo lugar, bastante movimentado gerando vários clientes para ela. Seu sonho acabara de ser realizado e agradeceria todos os dias seu irmão por ter lhe dado a livraria como presente de aniversário.

Bom, ainda não era uma livraria. Era apenas um imóvel enorme com muitas coisas para reformarem. Mais uma coisa que seu irmão bancaria, porém ela que cuidaria da parte de decoração. Harry aparecera algumas vezes para conferir o que sua irmã estava planejando para a loja e muito provavelmente estaria fabuloso. Várias estantes de madeira eram organizadas pelo local juntamente dos livros colocados em ordem alfabética. Haviam também duas ou três mesas para as pessoas se acomodarem e lerem seus livros silenciosamente e serviria para os dias de leitura coletiva.

Depois de duas semanas tudo estava pronto para a inauguração, Gemma estava apreensiva, contudo alguns minutos depois da abertura da loja, leitores e mais leitores foram adentrando a loja e apreciando cada livro que tinha ali. Tratava cada cliente com muita atenção e dedicação. Amava estar perto dos livros e este sonho demorou parte de sua vida, demorou mas conseguiu alcançá-lo.

As quintas, dia de leitura coletiva as crianças sentavam nas grandes mesas de mogno e prestavam atenção em cada palavra dita por Gemma, não queriam perder nenhuma informação da história que ele contava. A cada quinta mais crianças apareciam para ouvir a história que tinha sua continuação a cada semana.
Tudo estava muito lindo, muito bem. Ela estava lucrando cada vez mais e muitos clientes já tinham um carinho especial pela livraria e apareciam por ali quase toda semana, porém as coisas não continuariam tão boas assim. A tecnologia e modernização estavam chegando cada vez com mais força no mercado. Mais expansões vão ser feitas. Ela parcialmente não gostava das mudanças e evoluções. Claro, elas eram necessárias para a humanidade, porém do ponto de vista dela era algo ruim para seu negócio.
As crianças de hoje em dia mal sabem como é prazeroso folhear as páginas de um livro e sentir o cheiro de novo, apenas conhecem o mundo da internet e dos vídeo-games. Segundo ela, isto era frustante.

O motivo disto tudo?

Alguns dias atrás, quando a loja estava completando seus seis meses de existência recebeu uma ligação, não uma ligação qualquer. A ligação de um dos empresários donos dos prédios ao redor da livraria, para ser mais clara, ele queria comprar a livraria para poder construir mais um de seus prédios. Gemma negou com todas suas forças e pediu para que o assunto seja adiado e para isso marque uma reunião na própria livraria. Ela mesma providenciou o agendamento da reunião e pediu que se tivesse uma filha também a levasse.

Como estava combinado o rapaz que parecia ser muito jovem apareceu. Aparentava ter lá pelos seus dezenove, vinte anos e se espantou ao perceber o quão jovem era por ter uma filha. Como era quinta, dia de leitura Gemma continuou a história para as crianças, isso incluindo a filha do jovem rapaz empresário. Os olhos dela brilhavam ao escutar cada palavra dita com clareza por quem a lia, ela realmente tinha adorado a história.
Logo que a leitura acabou foi falar com o rapaz. A conversa  em alguns pontos se tornava tensa, não estavam a ponto de chegar a um acordo, entretanto foram interrompidos por sua filha.
- Papai, papai. Podemos voltar aqui semana que vem? -a garotinha dava puxões na calça do rapaz
- Claro Julie, nós vamos vir sempre que você quiser. -disse pegando a menina no colo
- Então, quer dizer que a livraria ainda pode permanecer aqui? -Gemma perguntou esperançosa.
- Digamos que sim.

[...]
Os dias se passaram e a livraria continuou intacta sem nenhuma rachadura ou algo que pudesse destruí-la. Julie aparecia todas as quintas para descobrir mais uma parte da história e junto com ela vinha seu pai, o rapaz que Gemma se apaixonara, com muita sorte, provavelmente seria um sentimento reciproco. Poucos fazem coisas por amor, porém a dona da livraria poderia ser considerada uma menina de sorte, tinha o que mais amava tão perto; os livros e sua mais nova paixão.

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Sim, tá uma caca. Desculpem tá mas é meu primeiro imagine narrado em terceira pessoa. A ideia principal não foi exatamente minha, só o final. Eu meio que dei um toque meu no texto do meu amigo. Espero que gostem. 
Jana

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