Hey!

Hey amores! Sem desculpas dessa vez. Bom, eu decidi dar um tempo com o blog e tentar uma coisa nova. Eu sinceramente não consigo mais escrever coisas héteros, sério mesmo. Lembram de uma fic Larry qye eu comecei a escrever, pois é, eu fiz uma one shot. Eu não vou postá-la aqui, pois eu postei no social spirit.
Se quiserem ler está aqui o link : aqui
E meu perfil lá: aqui
Isto não é um adeus, mas um até breve.
xx Jana <3

Desculpas


Heey gente, bom, sei que estou em falta com vocês, que j´´a tem mais de dez dias que não posto um novo capítulo da As Long As You Love Me, mas eu estou tendo dois probleminhas: 

1º- Bloqueio Criativo
Cara, é horrível, eu já escrevi e reescrevi vários capítulos e ainda não tá do jeito que eu quero, as coisa ficam desorganizadas e faz a maior confusão na minha cabeça.

2º- Eu estou tirando um tempo pra ler, pois a minha lista tá GIGANTE e eu não estou conseguindo terminar de ler os livros e a gata aqui, ainda inventa se apaixonar pelas crônicas de gelo e fogo, ou seja, eu tenho cinco bíblias pra ler. Mas calma, já estou no livro 2.

3º- Além da As Long As You Love Me, eu escrevo mais três fanfics sobre The Selection e sobre 1D, ou seja, mistura tudo e faço uma confusão total, mas o próximo capítulo já está quase pronto e logo logo vou postar ele.
Beijos,
Mari

Imagine com Harry Styles - Superhero - Quarta Parte


- Alô?

- (S/N)? Poxa, eu voltei pra festa e não te encontrei. Te liguei um monte de vezes. Porquê não me atendeu?

E agora, conto ou não conto?

- Me desculpa. Acho que eu devo ter perdido a conta das doses de cerveja ontem, você me perdoa? - escutei seu suspiro fraco - Hum?

- Tudo bem. Que tal a gente se encontrar hoje á noite?

Fiquei em silêncio por um tempo pensando, e vi Harry com uma expressão séria caminhar até mim.

- E então?

Pensei em alguma possibilidade de que eu e Harry tivéssemos mais uma noite juntos, bebendo um vinho ou assistindo algum tipo de filme abraçados até o dia seguinte. Definitivamente ele não tinha cara pra isso. Por outro lado, Niall com certeza me levaria para jantar e atenderia a qualquer pedido, sempre com um sorriso que eu pensava que me atrairia para sempre.

- Me busca as oito, que tal? - respondi satisfeita com a minha decisão, com medo de encarar Harry que estava bem atrás de mim.

- Claro! Vai ser incrível - escutei seu riso abafado e desligamos, me fazendo voltar a minha direção ao Harry. O cara que eu sou apaixonada, ou que eu sinto uma atração inexplicável, que eu dormi ontem, que me fez ser sua ao menos que uma vez.

Harry: Com quem estava falando? - falou com sua voz rouca ao pé do meu ouvido.

Você: Niall. - "Hum", respondeu desconfiado e voltou á cozinha.

Acabamos conversando um pouco sobre a noite passada e ele me relembrava coisas que até então, creio que por causa da ressaca, eu não conseguia lembrar. Transamos de novo na cozinha, e eu apaguei.

...

Harry: (S/N), acorda! O Niall já já vai chegar aqui pra levar você. Anda, levanta! - dizia me sacudindo, e ainda cansada, abri os olhos o observando fechar o nó de sua gravata.

Você: Pra onde você vai?

Harry: Comer umas vadias. Não esquece de trancar a porta quando sair. Tchau! - deu-me um beijo e saiu porta a fora.

Me senti estranha quando ele disse isso. Parecia até que eu seria a única, me sinto tão infantil por pensar isso. Me levantei ainda cambaleando rumo ao banheiro, parando em frente á um antigo relógio de madeira que o seu avô havia lhe dado de presente de aniversário. Era hora de se arrumar.


- Niall On -

Ela estava linda, usava um vestido solto que pouco mostrava sua silhueta. Estava com um cabelo preso em um coque como sabia que eu achava bonito, e estava um pouco mais alta por estar com um salto alto que eu sei que não está acostumada a usar.

- O que pensa em pedir? Lá no restaurante. - perguntei para quebrar o silêncio, ainda olhando para as ruas.

- Não sei. Talvez frango com molho de abacaxi.

- Boa escolha. - olhei-a sorrindo.

Nos mantemos em silêncio e pouco tempo depois chegamos ao restaurante. O manobrista chegou e levou nosso carro, pouco antes de retirá-la como uma dama. A conduzi lentamente até a nossa mesa, de número 4. Não sei se ela percebeu, mas é a mesa do seu número da sorte, e a mesma em que nos sentamos no nosso primeiro encontro.

- Nossa. Já tem algum tempo que não vínhamos aqui. - dizia observando as novas reformas, assim olhou diretamente para o bar.

- Sim. Trouxe ainda Theo e meu irmão aqui pouco depois de lhe trazer. - rio um pouco. - Acabamos nos retirando antes de terminar de comer porque o Theo não parava de chorar. Então pra não incomodar os outros clientes..

- Vocês saíram do restaurante e foram tomar sorvete na loja da Kate.

- Como sabe?

- Você me ligou naquele dia, e me contou. - disse sorrindo, e me encarou.

- Antes de pedir, que tal irmos ao bar? - assentiu e se levantou rapidamente segurando firme em minha mão.

Andamos até o local e nos sentamos em uma mesa alta. Pedi vinho tinto suave e ela ficou ainda observando o cardápio de bebidas.

- É, parece que o vinho é a única bebida que me agrada. - disse debochando de si mesma.

Pouco tempo depois estávamos já na nossa terceira rodada, contávamos piadas, experiências da vida e situações engraçadas que já passamos. Eu adorava isso em uma mulher.

- Você On -

Enquanto bebíamos notei que Harry estava no mesmo salão que nós. Para uma cidade tão grande, Londres tinha o seu mundo pequeno. Estava acompanhado de alguns amigos interesseiros e de uma garota ruiva muito bonita, que ria de um modo sem graça das coisas idiotas que ele falava, enquanto esfregava uma de suas pernas nas dele e deslizava suas mãos pelas coxas do garoto. Bebiam algo que parecia uísque, ou qualquer bebida forte para esquecer os problemas do dia de hoje.

Niall continuava falando, pouco tempo eu dizia alguma coisa e ele voltava a contar suas histórias. Mas ele nem percebia que os meus olhares estavam em outra pessoa. Algum tempo depois, lá pela minha sétima ou oitava taça eu começava a perder minhas noções. Estava com a cabeça um pouco mais pesada e com sono, Niall ficava rindo de qualquer coisa, quando seguiu meu olhar direcionado ao Harry. De início se espantou um pouco do mesmo modo que eu havia me espantado, mas ficou tranquilo e calado por efeito da bebida. Assim levantou-se indo em direção a mesa do canto do salão.

Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5 | Parte 6

Já curtiu a nossa página no facebook?
Que tal o próximo sair sexta?
P.s: vou manter essa mesma imagem desse
imagine nos próximos.
Hanna Ashley

Apparently - Capítulo Trinta e Três - Falar, de novo?


- No capítulo anterior -

- Sabe tocar algum tipo de instrumento? - a instrutora perguntava.

Você: Não.

Instrutora: Não posso aceitá-la se não souber fazer nada. - dizia de braços cruzados.

A sala da Sra.Pattinson era bem aconchegante, esposa do psicólogo da escola, por isso era bem concentrada e sempre mantinha uma cara séria, todo mundo á conhecia. Durante nossa curta conversa observava seus muitos troféus, diplomas e porta-retratos por cima das estantes.

Você: Eu posso aprender. - lembrei de Niall instantaneamente, há algum tempo atrás Harry havia me contado que ele estava o ensinando a tocar violão. Tenho certeza que ele gostaria de me ajudar também.

Instrutora: Sei que pode, mas a senhorita tem de estar ciente que só poderá voltar aqui com a permissão da sua psicóloga particular, está certo? - as pessoas já sabiam desse detalhe, nunca fiz questão de manter segredo.

Você: Sim, obrigada. Nos vemos em breve. - acenei de leve e caminhei pelos corredores, para mais um horário de aula.



- Você On -

- Niall, anda! Já é terceira vez que você fura comigo. - eu dizia angustiada.

Niall: Desculpa, mas é que hoje não dá. - reviro os olhos.

Você: Você sempre usa essa desculpa. - digo estressada. - Se você não estiver afim de me ensinar a tocar violão você diz logo, pra poder saber se eu estou perdendo tempo ou não com você. - ele se virou e encarou os meus olhos.

Niall: Você acha isso perda de tempo? - disse repousando sua mão em minha cintura.

Você: Eu só preciso que você me ensine a tocar alguma merda de instrumento. - digo calma. Palavrões viraram parte da minha rotina.

Ele me encarou sem expressão, virou-se de costas pra mim e tirou o violão debaixo de sua cama. Me entregou e se sentou na cama, disse para eu me sentar na sua frente e com os braços por cima dos meus, me ensinou algumas notas. Pouco tempo depois me ensinou a tocar uma música lenta que eu não conhecia. Cantarolava baixinho a letra me acompanhando com o violão e no último refrão, como já havia pego a música, cantarolei junto a ele.

Niall: Ficou bom, mas você sabe que não tem violão na banda da escola né? - o encarei confusa. - É tipo, uma banda de soldados..

Você: Tá falando de uma banda marcial? - digo como se fosse óbvio.

Niall: Deve ser. - disse quase sussurrando, ele tem essa mania de que quando ele está errado ele fica envergonhado.

Você: Pelo menos estou aprendendo alguma coisa. - digo me deitando e olhando para o teto. - você sabe tocar percussão?

Niall: Não, mas eu queria saber. - disse me observando e assim subiu em cima de mim, começando um beijo quente. No mesmo momento em que alguém abre a porta.

- Opa! - dizia rindo, arrumei minhas roupas e olhei para a pessoa que havia acabado de entrar, Liam. - Credo, a (S/N) é uma criança, ela é minha protegida. O que pensava em fazer com ela Niall safadão Horan?

Niall: Nada demais. - sorria malicioso, embora ás vezes ele tentasse, eu não deixava, então ele segurava a barra.

Você: Preciso ir, até logo. - saí sem me despedir e fui á procura de Claire.

- Louis On -

- Aqui não! - eu dizia rindo. - Eleanor, para! - e eu continuava a rir. - Não dá pra trepar aqui, é muito apertado.

Eleanor: Para de frescura Lou, a gente faz amor, a gente não trepa. E outra, já fizemos em lugares menores. Então relaxa e curte.

Fiquei parado e relaxei meus músculos por algum segundo, quando senti Eleanor colocando suas mãos em minha nuca parti para o beijo. Com calma levantei sua blusa regata e seu sutiã, enquanto ela retirava o cinto da minha calça. Retirei sua calcinha por baixo da saia e a levantei um pouco. Ela já estava molhada, sempre soube que gostava de ser tocada, Niall me disse uma vez. Agachou-se á minha frente e puxou minha calça junto com a boxer para baixo, segurou meu membro pela mão e me levou aos céus.

- Quem está aí? - alguém batia freneticamente na porta fazendo com que nós dois ficássemos estáticos por alguns segundos e assim que nos demos conta que era o zelador, começamos a nos vestir, ainda nos beijando. - Vou chamar o diretor!

Começamos a rir e saímos porta a fora sem darmos conta que aquele corredor era um dos principais da escola, o zelador estava gritando e saímos rindo que nem loucos, então todos os olhares foram direcionados a nós. Novamente nos encontramos estáticos e foi preciso que eu a puxasse para que saíssemos dali. Por acaso nossos olhares se encontraram, (S/N) me olhava sem expressão e acompanhava os meus movimentos calmamente, sem mover seus lindos lábios.

- Você On -



- Eu não acredito nisso! - digo batendo nas paredes do quarto. - Como ele pode fazer isso com o amigo?

Claire: Mas você já não sabia? - perguntava confusa.

Você: Eu suspeitava, poxa. - me sentia estranha desde ter visto os dois saindo do armário descabelados, era óbvio e toda a escola já sabia que os dois estavam se pegando. - Como será que ele reagiu? - digo bufando, enquanto me jogo na cama da senhorita Campbell.

Claire: O Niall deve estar tendo um ataque. Se bem que ele fica se pegando com você, escondidos por aí. Ele pode ficar com raiva, mas ele não pode fazer nada.

Você: Tem razão. Ahn, que chato! - digo colocando as mãos na cabeça e batendo os pés que nem criança. - Lembra que o Niall ia me ensinar violão? - "Hum" - Não adianta de nada né? Na banda não tem violão.

Claire: Tem sim, não?

Você: Não sei, a senhora Pattinson... Ah, droga. Preciso aprender algum instrumento logo. Me ensina a tocar a percussão?

Claire: Na verdade eu nem sei, só bato de acordo com a batida do resto do povão. - disse desanimada.

Você: Preciso mostrar pra Sra.Pattinson que eu sei fazer alguma coisa, me ensina um ritmo pra que eu possa apresentá-la. Por favor! - digo juntando as minhas mãos.

Claire: Tá bem. Só que agora não. Eu tô com preguiça.

Você: Tá certo. - deixei. Afinal, eu também estava.

Algum tempo depois a porta se abre bruscamente e Donna entra desesperada em prantos. Claire me olha com um sorriso maldoso e eu apenas a abraço.

Você: Claire vai buscar um pouco de água pra ela por favor. - digo apontando para a porta e ela sai. - Se quiser desabafar, pode tá? - ela assente chorando, com sua cabeça no contorno do meu pescoço.

Sentei-a na cama e ela colocou o travesseiro na frente de sua face, para que não vejamos o quanto ela é feia chorando. Lembro que a vi nesse mesmo estado quando recebeu o telefonema de seus pais dizendo que iriam se divorciar.

Você: Obrigada pela água, Claire. - agradeço observando o fundo do copo, onde há uma coisinha meio amarelada sumindo. Imediatamente lembro que Claire havia tomado suco de laranja pouco tempo atrás.

Quando ela se acalma e dorme, resolvemos sair do quarto para o próximo tempo de aula(estávamos no intervalo do almoço) quando Claire recebe uma mensagem e diz:

- Olha, é pra você. É do Zayn.

"Diz pra (S/N) que eu terminei com a Donna e que preciso falar com ela agora. Tô aqui na frente da escola esperando ela."

Claire: É melhor você ir, eu posso atrasar a aula um pouquinho.

Teríamos essa mesma aula juntas, Claire havia repetido o ano e pagava algumas aulas das matérias que não havia passado no ano em que estudo. 

Você: Vai ser rapidinho. Ah, mas não pensa que eu não vi que você cuspiu no copo da garota não, hein?!

E segui correndo.

Hey Ladies!
Me desculpem pela demora,
estou escrevendo a quarta parte de Superhero e tô com muuita fome!
Beijão, Hanna Ashley.
Já curtiu a nossa página no facebook?

Imagine especial com Louis Tomlinson - Páscoa, boba!


Harry: Lux, vem cá! - ele a chamava para me conhecer. - Essa é a (S/N), a namorada do tio Louis.

Lux: Oi - disse envergonhada. Me agachei a sua altura e dei um beijo em sua testa.

Você: Tudo bem? - ela acenou a cabeça dizendo "sim". - Que tal procurarmos alguns ovos? - ela assentiu novamente. - Então vamos. - segurei firme em uma de suas mãos e saímos a procura de ovos da páscoa pelo quintal.

Era a primeira vez que eu conhecia Lux e o resto do pessoal da banda. Como para Louis "aquela era a sua segunda família", não me senti na obrigação de dar menos do que uma boa impressão para todos eles. Harry e Zayn conheci primeiro quando foram me visitar em casa, já Niall e Liam conheci em um almoço entre amigos em Miami (aquela era a primeira vez que eu visitava os Estados Unidos, foi mágico).

Louis: Hey coelhinha! - ele dizia me abraçando por trás, me chamava assim por eu ter na verdade, meus dentes frontais de tamanho médio, e também, por eu ser baixa com coxas e bumbum consideravelmente grandes. - está se divertindo? - perguntava dando cheirinhos em minha orelha.

Você: Estou sim. - respondi sorrindo.

Louis: Vem, vamos deixar a Lux procurar mais alguns ovos sozinha e vamos nos juntar aos adultos.

Enquanto agarrava forte minha cintura, notei que algo estava errado. As pessoas nos olhavam de canto e um corredor de gente se formava á nossa volta até a grande porta de vidro, quando chegamos mais perto pude notar sua presença.

Louis: Fica calma - ele sussurrava. - Vamos ficar calmos.

Você: Eu estou calma.

Seu cabelo estava um pouco mais curto desde a última vez que a vi na televisão. Usava um vestido de saia A, parecido com o meu, só que mais bonito e mais caro. Louis suspirava ao meu lado, ela tinha esse efeito sobre ele. Dizia que não muitas vezes sendo a razão da minha tristeza, mas eu sabia que ele ainda a amava. A essa hora e com esses pensamentos, minha cabeça pesava e meus olhos estavam me forçando a lacrimejar, eu não queria desabar na frente de todos que eu conheço. Então dei meia volta e escutando as risadas de alguma piada engraçada que ela deve ter contado, fui me sentar nos tijolos de uma árvore e fiquei observando Lux entre alguns arbustos procurando os ovos que tanto queria encontrar.

De vez em quando olhava para os lados checando se alguém estava me vendo chorar e continuava a refletir sobre a minha solidão, sempre fui dramática comigo mesma. Olhei para Lux me perguntando se algum dia ela passaria por essa mesma situação, e notei que ela estava parada com sua cestinha me observando. Chegou mais perto e disse:

- Vai passar.

Sorri comigo mesma enquanto secava algumas lágrimas.

- Acho que alguém precisa de um abraço. - disse Zayn me surpreendendo com sua chegada. Sentou ao meu lado e demos um abraço em trio.

Você: Obrigada, a vocês dois.

Zayn: Se importa se eu ascender um cigarro? - perguntou me mostrando a caixinha.

Você: Não, já sou acostumada. - digo suspirando e observando a Perrie ao longe.

Zayn: Também fuma? - perguntou já dando uma tragada.

Você: Meu pai é fumante. - "Hum", ele respondeu e permaneceu calado.

Zayn é um cara quieto, animado e sentimental. Sempre se manteve perto de sua família e buscava ter a mesma felicidade familiar que seus pais em sua futura família com a Perrie. Uma vez, me contou que nunca chegou a amá-la, mas mesmo assim a pediu em casamento porque seria a única pessoa com estabilidade financeira de mesma condição social, e que ainda compreendia as situações por qual passava no dia a dia. Sempre com a agenda lotada. Disse que mesmo não a amando, prometera respeitá-la e agradá-la de qualquer maneira possível. Ambos sentiam a mesma coisa, porque sabiam que não encontrariam outra pessoa que fosse igual a eles. Mas disse que o casamento poderia ser um passo em falso na sua vida, e que do dia para a noite, decidiram se casar.

Zayn: Tá afim de conversar? Desabafar? Qualquer coisa, só não quero ficar em silêncio. Sabe?

Você: Tá.

Zayn: Vai fundo.

Você: Eu invejo a Eleanor. Ela é uma garota engraçada, bonita, inteligente, se veste bem e todo mundo adora ela sem precisar fazer esforços. As vezes eu acho que queria ser mais como ela. Sem contar que o Louis ama ela. - digo revirando os olhos.

Zayn: Espera. Quem te disse isso?

Você: O quê?

Zayn: Que o Louis ama ela..

Você: Ele mesmo. - fez uma cara surpresa. - As mãos dele tremem e ele fica nervoso toda vez que está perto dela, até quando alguém fala dela ele fica todo animado.

Zayn: Isso pode não significar nada.

Você: Como assim?

Zayn: Ele pode ficar nervoso porque sabe que você tem essas coisas aí com ela. Sabe? Porque ele acha que você tem uma rixa com ela. Ele pode achar que vocês disputam com ele. O Louis não é um cara disso, digo porque o conheço há quatro anos. - disse fazendo o gesto numeral com seus dedos. - Já pensou nisso? - ficou em silêncio por algum tempo me acompanhando.

Você: Estou me fazendo de boba, não é? - ele ficou calado e deu de ombros, aquilo era um sim.

Arranjando coragem, fiquei naquele local até a chegada da noite mesmo sem a companhia do Zayn e da Lux. Fiquei pensando e refletindo e de vez em quando Louis ou qualquer outra pessoa vinha me perguntar o que estava acontecendo de errado para não estar perto do pessoal. Preferi ficar ali sentada refletindo sobre cada atitude tomada, vendo como fui tão boba a pensar que Louis amasse a Eleanor. Afinal, se ele a amava porque estaria comigo? Meus pensamentos não tinham razão e foram necessários meses para que eu me tocasse disso.

Você: Louis! Amor! - eu o chamava, quando o vi se despedindo de Eleanor, Harry estava ao seu lado bebendo alguma coisa e rindo consigo mesmo.

Deram um abraço e Eleanor apontou para mim, cheguei mais perto e puxei-a para um abraço que surpreendeu os meus meninos. Sussurrei "desculpa" para que apenas nós duas escutássemos e nos apertamos em um abraço. Ela enfim foi embora. Me virei para Louis suspirando e sorrindo, o puxei para um abraço e nos beijamos em um delicado selinho.

Você: Eu te amo, me desculpa. - digo ainda no abraço acariciando seu pescoço.

Louis: Pelo quê?

Você: Por ser boba, por ter feio ceninha. - digo fazendo careta, era vergonhoso admitir. Ele apenas deu uma risada gostosa.

Louis: Tudo bem, é normal isso. Daqui a pouco não duvido nada que tenha outro ataque de ciúmes quando estiver de TPM novamente.

Nós rimos e na manhã seguinte, Eleanor me convidou para tomar um chá com leite na casa de sua avó.

Espero que as ladies tenham gostado!
Beijão e feliz páscoa, Hanna Ashley.

Try Again - Capítulo 7


Capitulo 7 - Recordações
Estou acordando. Sinto isso em meus ossos, o suficiente para fazer meu sistema explodir. Bem-vindo à nova era / Radioctive - Imagine Dragons.
 Harry voice's -  Uma semana depois.
Era fim de semana mais uma vez, havia feito uma semana que tinhamos nos resolvido e ido ao almoço em família na casa dos seus pais. Estava cansado de mais um dia completamente cansativo naquele escritório, e posso dizer que nesse momento o trânsito não ajuda em nada. Queria ir para casa e poder descansar, me sentar no sofá e aproveitar do silêncio que a casa me permitia, mesmo que Seunome estivesse ali o silêncio sempre estava presente -ela não gosta de me incomodar-. Fechei meus olhos e encostei a cabeça no volante, comecei a me lembrar de tudo.


...

Eramos jovens quando a vi pela primeira vez, era verão e eu estava sentado na varanda da casa da minha mãe, tínhamos apenas quinze anos. Ela usava um vestido branco de flores azuis e sapatilhas nos pés, os cabelos lisos, longos  e castanhos balançavam conforme aquele vento bom de verão batia contra ela. Eu via as luzes da rua, era uma festa de vizinhos e eu nem sabia que ela morava ali. Eu vi ela fazer o caminho dela em meio a multidão para perto de minha casa, fui até lá sem nem pensar. Ela me disse "oi" e eu mal poderia imaginar naquele momento que encontraria a mulher da minha vida e que esse oi havia mudado todo rumo da minha vida.

-Oi -ela se dirigiu a mim com um sorriso tímido nos lábios.
-Oi -eu respondi igualmente, mal sabia que aquilo mudaria minha vida para sempre.

Naquela noite conversamos por um longo tempo, me recordo que seu sorriso havia me encantando e que cada vez que ela ria de mim eu sentia uma alegria idiota em mim, coisa que eu nunca havia sentido antes. 


...

Semanas depois eu a chamei pra sair, mas quando fui a buscar seu pai a disse que ela ficasse longe de mim. Eu ouvi toda discussão por trás da porta sem ter coragem de tocar a campainha por um longo tempo, até tomar coragem de tocar. Ela saiu lá e seu pai a seguiu sem cessar a discussão, me afastei um pouco escutando e a vi chorar nas escadas da frente da casa. Mas, ela foi comigo e me disse.

"-Me leve a algum lugar em que possamos ficar sozinhos" .


...

Algum tempo depois estávamos namorando, eu havia conquistado a confiança de seu pai. Estava entrando em sua casa pela primeira vez, lembro que oque mais me chamou atenção foi um "vaso" improvisado, mas chamativo. Eram duas garrafas Jack Daniels e neles haviam girassóis muito bem cuidados. 
Sempre fugíamos para o jardim a noite, ficávamos quietos, pois estaríamos mortos se eles soubessem. Fechamos os olhos e dávamos as mãos. 

Lembro-me que algum tempo depois fiquei doente, desacordado por dias e quando acordei ela estava ali. Eu perguntei desde quando ela estava ali me esperando, ela respondeu.

"-O tempo todo, eu sempre estarei te esperando"

E daquele momento em diante eu soube que era pra ela que eu queria dizer eu te amo todos dias, após acordar e antes de dormir, até que o infinito acabasse. Sempre foi um amor difícil, mas real. Certa vez ela me disse para salva-la, porque ela se sentia tão sozinha. Foi por isso que anos depois eu me ajoelhei a sua frente e tirei um anel do bolso, perguntando se ela aceitava ser minha para sempre, e com um sorriso maravilhoso no rosto ela disse que sim, que seria minha para sempre. Eu disse a ela.

"-Case-se comigo, você nunca mais se sentirá sozinha. Eu te amo e é só isso que eu realmente sei. Já falei com seu pai, ela acha maravilhoso. Apenas diga sim, podemos continuar escrevendo nossa pequena história de amor".

Nós nos casamos a 5 anos, não tivemos nenhum até hoje, mas se ela tivesse um filho meu eu seria o cara mais feliz do mundo. Hoje em dia é tudo tão diferente, conversamos tão pouco, mas ela está sempre presente. É sempre tão bom ouvir sua voz, espero sempre que esteja bem, sempre me pego distraído no trabalho pensando nela e em como deve estar sendo seu dia em casa.
E agora aqui estou eu, sozinho nesse carro dirigindo até nosso apartamento nessa noite de sexta. Perdido no momento, pensando em como tudo começou. Eu amo hoje, mais do que jamais amei. Gostaria de dizer que nada mudou, mas é bem obvio que não é assim. Ninguém nunca poderá ocupar o lugar dela, mas está ficando cada dia mais difícil nosso relacionamento. Eu sei que ando sendo um completo idiota, mas não sei como me controlar perto dela. 


...


Me recordo do dia de nosso casamento, de tudo que dissemos um ao outro antes do sim. Eu a olhei sorrindo, naquele momento todas as palavras que eu havia ensaiado saíram de minha mente, então eu apenas disse oque sentia 

-Tudo que eu sabia essa manhã quando acordei é que eu te amo e que era realmente com você que eu quero passar o resto da minha vida. Seus olhos azuis, suas sardas e seu sorriso, me fazem perceber uma coisa, me sinto alguém melhor ao seu lado. Tudo que eu sei é que quando dissemos aquele "oi" tudo na nossa vida mudou, me lembro da chuva caindo quando dormimos juntos pela primeira vez. Tudo que eu conheço é um novo encanto, lembrarei de seu rosto para sempre e a todo momento. Onde você estiver, não importa o quão longe for, eu continuarei te amando. Porque eu estarei ai, sempre nos seus pensamentos, desde o dia que nos conhecemos e até mesmo nos dias que você me fez chorar. Foi com você que tive os melhores dias da minha vida, e sei que foi comigo que você também teve os seus. Eu te amo, quero que seja minha para sempre. 
-Seunome Hayes Filds aceita Harry Edward Styles como seu legítimo esposo? -o padre a olhou.
-Aceito.


...



Estacionei meu carro e segui em direção ao elevador, não via a hora de tomar um banho quente e me deitar em minha cama relaxar. Aquele trânsito havia me irritado, mas havia me feito pensar muito sobre mim e a Seunome. Assim que o elevador abriu a porta senti meus olhos arregalarem, meu punho se cerrou e uma raiva subiu ao meu peito. Que merda era aquela? Quem aquele idiota pensa que é para prensar a MINHA mulher na parede? Andei rapidamente já o empurrando.

-O que você está fazendo aqui novamente Bieber?
-Vim ver minha amiga, oras -disse com o mesmo sorrisinho cínico de sempre.
-Eu já disse que não quero você perto da Seunome, não confio em você.
-Nem devia confiar mesmo -ele riu da minha cara.
-Minha vontade é de te matar seu desgraçado.
-Relaxa Harry, eu não iria fazer nada que ela não quisesse. 
-Sai daqui, antes que eu quebre a sua cara.
-Ui, que medo de você -ele tremeu as mãos me irritando, andou até a Seunome beijou a bochecha dela que permanecia com os olhos arregalados. Saiu dali com aquele típico sorrisinho cafajeste dele. Um dia eu ainda coloco esse cara na cadeia, nem que seja a última coisa que eu faça.


...

-O que ele queria? -puxei Seunome para dentro do apartamento.
-Conversar.
-Não foi bem isso que eu vi.
-Ele mudou do nada, eu juro.
-Não diga nada -eu respirei fundo me controlando, me forçando a acreditar nela- Seus olhos me dizem mais que suas palavras, eu acredito em você. Sei que nunca faria esse tipo de coisa, mas ele sim, entenda que não que não quero você perto dele Seunome.
-Eu só queria tirar uma dúvida que estava me angustiando a uma semana Harry.
-Que dúvida?
-Na noite do pesadelo, sonhei que Justin tinha alguma doença sem cura e que ele morreria, queria me certificar  que era apenas coisa da minha cabeça.
-Bem que poderia ser verdade.
-Credo Harry, vira essa boca pra lá.
-Me desculpe, vamos mudar de assunto.
-Claro -ela suspirou- Como foi seu dia?
-Cansativo -eu disse e o silêncio tomou conta da sala- No caminho de volta pra casa, eu estava lembrando de toda nossa história...
-Eu também costumo pensar nisso -ela sorriu-
- Sabe, eu costumava pensar que um dia ia contar a nossa história. Como nos conhecemos e tudo aconteceu instantaneamente. As pessoas diriam: "eles são os sortudos".
-Foi muito rápido -ela sorriu.
-Realmente -eu sorri, mas logo vi seu sorriso se desfazer e surgir uma cara de dor? Eu não sabia oque era afinal. Mas, logo a vi correr para algum lugar e a segui.

---------------------------------------------------
Olá amores, como vão? Espero que bem, eu ando muito desanimada, mas aqui estou eu. Bem hoje de manhã, minha amiga me deu uma ideia, meio tonta, mas deu heuheu. Bem, já que vocês não me conhecem quase nada, decidi que iria fazer um vídeo falando sobre mim, mas vocês quem mandam as perguntas, se proceder a ideia, eu posto o video no fim de um capítulo ou algum imagine que eu postar. E caso queiram deixar ideias de video, também aceito, assim crio um canal no youtube. Beijo amores. Comentem, obrigada.

You Are The Only Exception - Imagine Liam Payne


You are The Only Exception - Imagine Liam Payne.

Seunome nunca fora uma garota de se apaixonar, eram raras as vezes que isso acontecerá, mas agora era impossível negar sua paixão pelo melhor amigo e namorado, Liam Payne. Quando mais nova viu o pai amaldiçoar o amor, achou que aquilo era tão ruim por ver o pai chorar. Mas, por mais que tentasse era inevitável lutar contra oque sentia por Liam. Era difícil ver alguém que amasse alguém pelas virtudes e caráter, como se eles se amam. Não que corpo e beleza fosse o problema de alguns deles.
Liam percorria as ruas da cidade completamente emerso em pensamento. Voltava de uma  joalheria, com as mãos suando frio e com uma caixinha vermelha aveludada. O medo de ser rejeitado era horrível, a única pergunta que se fazia á dias era "será que ela me quer tanto quanto a quero?" .

Não sabia exatamente como fazer isso, pelo simples fato de que sabia que no fundo a namorada acreditava que o amor não dura. Se recebesse um não seria o fim do poço para ele. Quando falamos em amor muita coisa fica obscura, confusa, secreta.
Queria fazer um belo pedido, havia planejado isso a semanas com a irmã mais nova de Seunome, que concordará e amará a ideia da irmã mais velha noivar. Liam e Seunome haviam se conhecido por causa da mesma, Eduarda namorava um amigo de Liam, que o apresentou a Eduarda e ela por sua vez apresentou a irmã, Seunome. Os dois começaram a conversar e não demorou muito até que se apaixonassem um pelo outro.
Liam agora sabia que ele tinha que tomar essa decisão, para que eles pudessem seguir enfrente sem medos, sozinhos e em rumo a felicidade. Eles sempre viveram bem, juntos porém com uma distância confortável . Ele sabia que ela tinha jurado a si mesma que estava contente com a solidão, mas ele tinha mudado isso e queria continuar a fazendo acreditar nisso.

Dirigiu-se em direção jardim de Luxembourg é um dos mais bonitos jardins de Paris, era o lugar favorito de Seunome em Paris. Para ela aquela viajem era uma viajem comum de fim de ano entre amigos, na qual o namorado a acompanhava, mal sabia ela o pedido que a aguardava. Liam andava calmo, apenas andava calmo, porque seu coração estava disparado no 220 por hora de nervosismo. Ele avistou a namorada de longe sentada na grama olhando o pôr-do-sol ao lado da irmã.
O parque estava completamente florido deixando tudo mais lindo, a música de uma garotinha cega ecoava pelo local, tudo conspirava a seu favor. Ele se aproximou dela e se sentou ao seu lado, aproximou a boca de seu ouvido e sussurrou.

-Eu tenho uma forte noção da realidade, mas eu não consigo deixar de ver oque está a minha frente. Não posso deixar você partir minha querida, eu te amo. Quando eu acordar amanhã, quero ter certeza que isso não foi apenas um sonho. Só te peço que não me diga não, que não me diga que não me ama tanto quanto eu te amo. Seunome, casa comigo?
-Tem certeza que é isso que você quer pra você?
-Pelo resto da minha vida, todos os dias.
-Claro que eu quero casar com você -ele sorriu de orelha a orelha.
-Achei que fosse dizer não.
-Para outro eu diria, mas meu bem, você é a única exceção.
-E eles foram felizes para sempre -ele falou e sorriu.
-Que gay Liam -ela olhou para ele rindo.
-Você sempre acaba com o romance da coisa.

Eles riram enquanto ele abraçava a namorada praticamente a cobrindo, era tão pequena perto dele. Ele a beijou e daquele momento em diante o único caminho era acreditar que tudo aquilo iria dar certo, porque eles queriam ser felizes para sempre.

Imagine com Harry Styles - Memórias


Harry: Então.. seja bem vinda - dizia retirando o meu casaco, quando tentei aquecer meus braços pelo curto choque térmico.

O ar era gelado lá fora, nevava, e aqui dentro estava quentinho. Era a primeira vez que eu visitava sua irmã. Gemma havia se formado há alguns meses e a última vez que ela e o irmão se viram foi em sua formatura da faculdade.

Gemma: Harry! - desceu correndo as escadas, surpresa com a nossa visita. - Como conseguiram entrar aqui? - dizia feliz, me cumprimentando.

Harry: O velho truque da chave em cima da porta.

Você: É mal de família? - afirmei rindo, mas não me acompanharam - Desculpa. - me encolhi no sofá enquanto escutava a conversa dos dois da cozinha.

Entediada, andei um pouco pela casa observando os seus muito porta-retratos. A casa era nova, havia comprado com o dinheiro que ganhou com o bico como modelo e fazendo trabalhos para amigos da faculdade, garantiu seu conhecimento, deixou seu dinheiro no banco e quando se certificou que era a hora certa saiu de casa. O cheiro da tinta ainda era perceptível, ela deveria ter pintado aquela casa há uma semana.

Quando noto o silêncio, reparo pelo espelho da sala que estavam sussurrando alguma coisa, pela distância, não dava pra fazer leitura labial. Quando nossos olhares se encontraram enquanto falava, pude perceber que se dirigiam á mim.

Harry: Então, que tal visitarmos o jardim? - disse juntando suas mãos e retirando suas luvas de dentro do bolso.

Gemma: Calro, vou fazer um pouco de chá pra acompanhar esse clima. Podemos tomar lá fora. O que acham?

Harry: O seu chá é horrível Gemma, não começa.

Gemma: Ahn, por favor! - dizia juntando suas mãos.

Você: Posso fazer se quiserem - os dois me olharam e assentiram, seria a primeira vez que o Harry provaria de um chá meu. Desde então, seu preferido era feito pelo Louis, delicioso chá, admito.

Enquanto ela me coordenava e me ajudava com os preparativos, Harry saiu de dentro de casa e foi andando para o terraço. Não dava pra ver muita coisa pela janela, só a grama coberta de neve.

Você: Está pronto.

Gemma: Vamos então.

Nunca pensei que me divertiria tanto, eu invejava Gemma. Ela era bonita, inteligente, um bom-novo emprego e, principalmente, havia se formado na faculdade que até então era meu sonho.

Gemma: Penso em colocar rosas aqui e cultivar alguns morangos perto da parede de tijolos - apontava para os locais animada, soube que adorava jardinagem.

Você: Vai ficar muito bonito.

Harry: Sim. - dizia respirando pesado, por conta da neve o ar estava rarefeito e por estar trazendo alguns talhos de lenhas de dentro do depósito para nos aquecer - A (S/N) pode te ajudar, sabia? - dizia rindo.

Gemma: Sério? - eu negava rindo.

Harry: Ela que decora a minha casa. - Gemma pousou o seu olhar sobre mim e tímida, sorri sem graça.

Gemma: A, qual é (S/N) por favor. Me ajuda. - sorria angelicalmente para mim.

Você: Não dá, moro a quilômetros. Desculpa. - levantei meus braços em um gesto de rendição.

Eu e o Harry ainda não havíamos chegado naquela fase de morar juntos, era apressado demais para nós dois. E era verdade, eu adorava decorar casas. Mas além disso o que eu mais gostava era de cozinhar sobremesas como passa-tempo, ainda além disso, adorava jardinagem e horticultura. Na minha casa havia uma pequena horta e um grande jardim, qual havia uma cerejeira em que eu adorava sentar, lendo e relendo os meus livros preferidos.

Você: Foi um prazer Gemma, nos vemos em breve.

Gemma: Não se esqueça de me ligar, viu?! Sempre que precisar pode vir aqui, vou adorar te receber. - dizia abraçando o irmão.

Harry: Tchau Gemma. - depositou um beijo em sua testa e fomos em direção ao carro.

Eu achava bem divertida essa relação de cunhada já que nos dávamos bem. A mãe do Harry, Anne Cox, era uma pessoa bem divertida e por isso ás vezes me pergunto de onde ele tirou esse lado "sério na maior parte do tempo". Deve ter sido do seu pai, nunca o conheci, mas pretendo.

Conheci sua mãe no verão do ano passado, já tinha um tempo que namorávamos. Ela adorava falar sobre o Harry e sua primeira namorada, disse que ela era uma garota extraordinária, lembro que suas bochechas ficavam vermelhas. E mais do que isso, ela costumava me contar histórias sobre ele na liga infantil de Baseball. Ele nunca pegou uma bola, sempre gostou mais de golf. Os álbuns de fotos em cima do balcão mostravam isso.

O Harry seria absolutamente o cara mais perfeito que eu pudesse namorar. Parecia uma pequena criança de calça rasgada e óculos escuros em uma enorme cama de solteiro, mas também parecia um cara sério e responsável nas horas em que precisava. 

Eu o amava, quando sempre me contava sobre o seu passado, pensando que o seu futuro era eu enquanto ficávamos perdidos no norte do estado. Era sempre divertido quando ele chegava exausto das turnês e ele dizia: vamos viajar. Entrávamos no carro com duas mochilas e rodávamos o país com a sua doce disposição e o meu olhar arregalado quando alguma coisa dava errado. Era sempre outono.

Você: Nossa, que vista. - dizia maravilhada com o ar montanhoso.

Harry: Preciso fazer xixi.

Você: Mas agora? - ele assentiu e parou o carro na estrada, desci um pouco respirando fundo. Fiquei parada na beira da estrada observando a natureza e agradecendo por ter tudo aquilo.

Harry: Pronto. - dizia sorrindo e repousando seus braços em minha cintura, tirou o celular do meu bolso e me beijou, tirando uma foto de tudo o que nos rodeava. - Podemos ligar o rádio, fica chato quando você dorme - assenti e seguimos cantando.

Você: Acho melhor pararmos aqui. - dizia algumas horas depois, estávamos passando por uma pequena cidade. - Harry, presta atenção no sinal vermelho! - Alertei e quando dei por conta, ele havia passado. - Harry!

Harry: Desculpa eu estava te olhando, você fica linda assim. - sorri sentindo os meus cabelos ao vento,

...

Eu posso ver a cena depois de todos estes dias, eu sei que faz muito tempo e que aquela magia não está mais aqui.

Gemma: Respira, quer que eu traga alguma coisa?

Você: Não, eu estou bem. - percebi que minhas mãos estavam tremendo e encarei seus olhos - Eu tô bem, mas nem um pouco ótima.

Gemma: Vou ligar pra ele. - dizia atrás do telefone fixo.

Você: Eu não quero falar com ele.

Gemma: Não podem ficar assim por causa de uma briga boba.

Você: Não foi uma coisa boba - sussurrei e encarei sua expressão - Mas que droga Gemma, você sabia!

Saí furiosa de sua casa e sozinha, tomei rumo pela estrada norte, novamente. A pequena cidade estava diferente, eu sabia que já tinha um tempo, mas com a neve, parecia que tudo tinha perdido sua mágica. Talvez fosse porque ele não estava mais aqui comigo. Parei ali mesmo e encostei minha cabeça no volante, refletindo sobre tudo.

Eu sempre soube que alguma coisa estava errada, desde o momento em que me tornei sua um sentimento estranho tomou meu corpo. Nunca soube o que era, mas era ruim. Infelizmente olhar para as paredes do mesmo quarto em que ficamos semanas atrás não era confortante, as memórias boas vinham á tona e de alguma forma me sentia culpada. Não havia mais nada que eu pudesse fazer, eu sabia que dali pra frente eu precisaria esquecê-lo o suficiente, e que algum tempo depois eu iria eu esquecer o porquê de precisar esquecer.

Estaríamos nós de novo no meio da noite, sem sono, dançando em volta da cozinha felizes pela sua chegada. Sob as luzes da geladeira que estava aberta alguma música romântica tocava na rádio da sua boca. Alguma coisa estava errada, eu sabia disso.

Sempre fiz aulas de inglês durante minha vida, perderia uns dois ou três dias de aula enquanto decidisse estar fora da minha própria vida. Poderia estar interpretando alguma coisa mal, ou até termos nos perdidos na tradução de nossas línguas, posso ter pedido demais, mas talvez nosso amor fosse uma obra-prima até ele rasgá-la. O que está feito, está feito.

Voltando no tempo

- (S/N)? - era ele me ligando outra vez.

Você: Já disse que não temos mais nada pra conversar.

Harry: Eu só preciso ser honesto comigo mesmo. De verdade, me desculpe, não era minha intenção te machucar. - ele estava nervoso.

Você: E?

Harry: Acho melhor terminamos, eu só quero o seu bem. Estamos nos machucando a cada minuto que passa e você precisa de alguém melhor do que eu. - o problema é esse alguém, que eu nunca irei encontrar. - Você vai encontrar alguém melhor do que eu. Adeus.

Atualmente

Ele me quebrou honestamente, juramos coisas que ficaram perdidas no tempo e a única coisa que posso fazer é seguir em frente. O que sinto é que sou um pequeno e gordo pedaço de papel amassado, porque essas memórias dificilmente sairão da minha cabeça. Eu sei que o tempo não vai voar, mas eu queria que toda essa dor passasse. Ou sei lá, voltar no tempo e poder me redescobrir de novo, voltar a ser quem eu era para nos amarmos de novo, mas ainda estou tentando me encontrar.

Ele adorava usar toucas, por um motivo que eu ainda desconheço no dia seguinte de nossas noites. Assim como eu tinha uma mania de usar camisas xadrez quando quando ele me fazia sua. E assim, volto pra casa sozinha.

Dias depois

O barulho da campainha era incessante, desci ainda sonolenta e abri a porta vendo Gemma segurando uma grande caixa.

Gemma: Bom dia (S/N). - entrou apoiando a caixa encima da mesa de balcão.

Você: O que veio fazer aqui? - enterrou suas mãos nos bolsos da jaqueta e suspirou - São.. as minhas coisas? - ela assentiu.

Caminhei até perto do balcão tendo uma visão ampla de tudo o que poderia pertencer a mim, perfumes, roupas, livros, tudo estava lá.

Gemma: Veja se está tudo aí - disse parecendo triste. - a única coisa que não encontrará, é o seu lenço. Lembra quando foram me visitar, tomamos chá e falamos sobre jardinagem? - assenti - Esqueceu o seu lenço lá, e, não sei se isso é bom mas.. ele guardou ela na minha gaveta. Ele praticamente fez um discurso do porque ficar com o lenço, falou sobre inocência, seu cheiro, e que ele nunca vai conseguir se livrar dele. Ele sabe que o seu amor é raro. - parou e olhou para a janela, redirecionando o seu olhar a mim. - Eu sei que agora você deve estar triste por tudo o que aconteceu, deve estar triste porque eu nunca te contei sobre o affair. E ele sabe de tudo isso, ele me pediu pra dizer que você foi a única coisa real que ele já teve, e que ele lembra de tudo o que tiveram muito bem.

Você: E porque ele não veio e me disse isso? - perguntava acariciando o meu próprio pescoço. - É ele lá fora?

Gemma: É sim (S/N). Ele disse que não conseguiria fazer tudo o que disse sem olhar nos seus olhos e chorar por isso, o seu brilho é especial, e ele disse que não conseguiria ficar perto de você sem te pedir para recomeçarem tudo de novo.

Fiquei olhando para a janela e cheguei a conclusão que eu o perdoaria, mas eu entendo o seu orgulho e ele não faria isso consigo mesmo. Rejeitando as questões passadas em minha cabeça, saí mesmo de pijama de dentro de casa e andei pela rua em direção ao seu carro. O ar frio fazia com que me tremesse.

Você: Harry! Abre essa janela, por favor! - digo batendo freneticamente e voltando o meu olhar para a casa, de onde Gemma nos assistia. - Harry, por favor!

Ele enfim abaixou um pouco o vidro, podendo ver seus cachos e seus olhos, tristes. 

Harry: Me desculpa. - ele disse cabisbaixo olhando para algo que deveriam ser suas mãos. Se direcionou a mim e nossos olhares finalmente se encontraram, me fazendo sorrir de alívio.

Você: Precisamos conversar, de novo. - disse convicta.

Harry: Antes entre aqui, você parece estar com frio. - disse levantando o vidro, dei meia-volta no carro e entrei vendo-o tirar seu casaco e pô-lo sobre mim.

Você: Obrigada. - dei um sorriso cansado e ele encarou os meus lábios. - Você se sente bem com o que fez? - ele fez que não com a cabeça olhando para suas mãos. - Tá bom, isso me pareceu uma conversa de crianças. - isso não o fez sorrir. - Eu queria te dizer que eu já te desculpei e sua irmã já me disse tudo o que eu precisava escutar pra te dizer que eu estou pronta pra voltar para você - levantou seu olhar até mim parecendo surpreso, mas permaneceu calado. - Acho que está na hora de você escutar... - ele sussurrou "por favor", me fazendo dar o primeiro passo. - Nos conhecemos há tempos e considero que o que tivemos ou temos, é o relacionamento mais longo e mais sério que já teve em sua vida. Você pra mim representa o mesmo, o mesmo cara, a mesma personalidade bipolar, seus defeitos e suas qualidades, eu amo esse homem que eu vejo na minha frente. Tenho em mente que o que fez foi bastante errado, mas você teve coragem de admitir o que não faz qualquer outro cara. Você me disse a verdade, e não foram as suas transas secretas com a Helen que me fizeram desistir de você, reconheço isso. Você mesmo que desistiu da gente.

Passamos pouco tempo em silêncio, ele parecia pensar no que fazer. Isso foi pior do que qualquer término que pudéssemos ter tido, o silêncio tem o efeito de quebrar qualquer coração.

Harry: Eu te amo - enfim disse suspirando e abriu um sorriso preguiçoso. - Não quero desistir da gente. - disse sorrindo e de um modo desajeitado veio por cima do banco me beijando ternamente, numa forma de reatar o nosso relacionamento que nunca deveria ter acabado.

Ficou bonitinho, gostei :)
EDITADO: esse imagine foi inspirado na música All Too Well da Taylor Swift.
Sobre Apparently: sei que já tive o prazo de uma semana, mas fiquei de recuperação em biologia e até lá uso a maior parte do meu tempo livre pra estudar. A recuperação é amanhã(dia 12/04), e pelo resto do dia ficarei fora, dormindo na casa de uma amiga por causa de um chá.
Sobre Superhero: nada a dizer a não ser que o capítulo sai em breve, provavelmente esse final de semana se eu conseguir escrever na casa de uma amiga.
Beijões, Hanna Ashley.
Já curtiu a nossa página no facebook?

Try Again - Capitulo 6


Try Again - Capitulo 6 - Sonho.
Não tenho muita certeza de como me sentir sobre isso. Algo no seu jeito de se mexer faz com que eu acredite não ser possível viver sem você. Isso me leva do começo ao fim. Quero que você fique. / Stay -Rihanna 

-Justin como você sabe disso? -perguntei inconformada.
-Eu te disse que ele não prestava Seunome. 
-Mas Justin, a gente estava bem -suspirei.
-Se quiser eu mando alguns dos meus amigos lá em Londres tirarem foto.
-Justin eu quero voltar para lá.
-Já disse que para o seu bem não, Harry é louco, doente.
-Você me sequestrou e trouxe para cá, sendo assim você também é doente.
-Sou doente sim, mas muito diferente dele. Tenho uma doença que ninguém sabe se um dia terá cura, te trouxe para cá porque te amo, queria te mostrar como é ser amada de verdade. Em todo esse tempo ele só te machucou, será que você não entende isso Seunome? -eu respirei fundo sentindo meus olhos encherem de lágrimas- Ele está lá, curtindo de novo. Bebendo e levando vadias para casa, enquanto você está comigo, mas não deixou de respeitar ele nenhum segundo.-ele tinha razão, depois de ouvir isso senti uma lágrima escorrer em minha bochecha direita.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------

Senti algo me balançando e abri os olhos, era Harry. Era Harry? Como? Tudo isso não passou de um sonho? Um sonho horrível. Eu respirava pesado, aquilo não podia ser real. Abracei Harry com força que a princípio se assustou com a minha atitude, mas depois me abraçou com tanta força quanto eu o abraçava. Senti minha respiração se acalmar aos poucos.

-Você está bem? -beijou minha testa.
-Sim, só tive um sonho ruim.
-Você me assustou -ele suspirou- Como foi lá?
-Não tem como explicar, mas é muito bom saber que foi apenas um sonho -ele sorriu e eu suspirei- Você me deixava em troca de outras coisas.
-Eu nunca vou fazer isso, sempre estarei aqui -ela se acalmou ao ouvir isso.

...

Tomava café ao lado de Harry, mas imagens do sonho me atormentavam. A doença que Justin tinha lá, a carta, o lugar desconhecido, Harry me xingando e eu conformada com isso. Isso nunca aconteceu, mas parecia tudo tão real que me deixava atormentada. Harry havia percebido e não tirava o olhar de mim. Hoje era domingo, completamente diferente do sonho, eu sei. Teriamos um almoço de família, minha família. Eu realmente não queria ir, minha mãe vive de nhenhe desde que me casei com Harry, ela ainda sonhava com meu casamento com Justin, mas Justin nunca foi mais que um amigo. Meu sempre aceitou Harry, na verdade eles se dão muito bem, oque me deixa muito aliviada. Fui para o quarto procurar algo para vestir, vesti algo de meu agrado e fui até a sala onde Harry me esperava sentado, me olhando calmamente.

-Você pare inquieta Seunome.
-O sonho ainda está me atormentando, nada demais -vi ele caminhar em minha direção.
-Não quer contar mesmo? -abraçou minha cintura.
-Não -sorri  vendo ali.
-Sabe, três anos atrás eu estava indo nesse almoço de família com você para pedir sua mão em casamento para o seu pai.
-Eu me lembro, ele havia ficado muito assustado, mas diferente da minha mãe ficou muito feliz.
-Já desisti de conquistar sua mãe, ela sempre vai preferir o Bieber.
-É a vida babe -ele sorriu e me beijou.

Narrador Voice's - 3 anos atrás

Entre as tipicas conversas de fim de semana lá estava ela, entre o pai e o namorado. Seu sorriso não cabia em seu rosto , ia de orelha a orelha. Acho que ela nunca havia se apaixonado assim por alguém.
Aquela menina podia parecer tudo que alguém queria ser, mas por dentro ela não era tão vitoriosa assim. A dúvida ainda vivia dentro dela, ela não sabia se aquilo era o certo, mas sabia que estava feliz e queria que aqueles momentos durassem para sempre, ela nunca havia se sentindo tão feliz antes.
Assim ela saiu da sala, para ir ao seu quarto falar com sua mão sobre tudo isso. O Pai olhou para o garoto ao seu lado e foi falando tudo que sabia.

Pai : Filho, você realmente a ama ?
Harry : Mais que tudo nesse mundo senhor.
Pai : Sabe eu sabia que esse dia iria chegar, mas não imaginei que tão cedo. Sabe ela ainda é minha princesinha, por mais que já esteja completando suas vinte velinhas e noiva, ela sempre será minha menininha. Quando você tiver seus filhos irá entender o que eu estou falando. Esse sentimento é muito grande, não cabe no peito, eu seria capaz de dar minha vida por ela, ela é tudo para mim, sempre foi. Ela é menina moça, mais menina do que mulher, não é comum como todas as outras. Não sonha em andar por ai com o vestido mais cintado, com um salto alto, e muito menos quer ter o rosto todo pintado. Mas ela continua sendo linda, do jeito que é. Elegante de sua forma discreta, bem arrumada, cheirosa, charmosa, ela é linda do jeitinho que Deus a fez, sem colocar nem tirar nada. Com todo aquele charme dela, esse charme que só ela tem, ele é diferente, é único só ela possui. Ela é uma princesa, minha princesa. Decidida, como sempre. Mas além de tudo ela é um princesa, a menininha do papai. Ela é um botão de flor, sonhadora é tudo que um homem gostaria de ter ao seu lado.
Harry : Eu sei, foi por isso que a escolhi. Ela me encantou desde a primeira vez que eu a vi. Ela é encantadora, não por ser a mais bela, ou a mais rica, mais por ser ela mesmo. Aquele sorriso estonteante que só ela tem, e quando sorri ilumina tudo ao meu redor, ele sempre fica estampado na face dela, isso me deixa cada vez mais fascinado por ela. Aquele bom humor que não muda, tudo nela é perfeito assim como ela.
Pai : Você realmente a ama mais que tudo nessa vida ?
Harry : Sim.
Pai : Bem é isso que você terá que se lembrar nos momentos ruins.


Eles sorriram um para o outro e a viram atravessar a sala. Daquele momento em diante ninguém mais tinha dúvidas, eles eram feitos um para o outro.

Continued...
---------------------------------------------------------------
Olá amores, demorou mais saiu né? Espero que tenham gostado, eu escrevi o capítulo em prantos, não por causa da fic, mas eu vi umas coisas no face sobre o Justin e tipo, chorei muito. Justin é só o kidrauhl brincando de ser um badboy gostoso, assim espero eu.
Sobre a Fic: HAHAHAHAHA era um sonho, não precisavam ter ficado com raiva do Justin ;) Harry ainda não mudou por completo, próximo capítulo vocês terão uma surpresinha. Beijos gatas, até mais.