Olá!!!

Oi gente!!! Muitas saudades. Só passei aqui pra dizer que eu sinto falta daqui, mas ainda não penso em ficar ativa. Fiz um short fic Larry com uma amiga minha no wattpad e agradeceria muito se vocês puderem ler.
Ainda tenho a conta no socialspirit e no wattpad, mas não entro muito nas duas porque esse ano está sendo bem puxado e eu não estou tendo tempo para me atualizar.
Enfim, é isso. Para quem quiser ler a shor fic, clique aqui
Beijinhos.
Jana

Apparently - Capítulo Quarenta e Sete - Família


(Me desculpem pela foto, não encontrei com melhor qualidade)

Claire: Você podia passar com a sua família. Não quer encontrar sua mãe, Zayn?

Zayn: Tem muito tempo que não falo com ela. Você sabe que esse é o meu maior desejo. Não sei se mudaram de casa, de número de telefone...

Claire: Podemos encontrar Zayn - acariciei seu rosto.

Zayn: Talvez demore demais.

Claire: Você vai vir comigo, então. Não tem lugar pra ficar durante o verão, não vai pagar hotel, não tem dinheiro pra isso - ele subiu seu olhar - não, Zayn, você não vai voltar a aquela vida. Eu não deixo - cruzei os braços.

Ele veio até mim e me abraçou, começamos um beijo calmo quando ele me colocou sentada em cima da mesa de madeira da sala. Quando o clima ficou quente demais, percebi num susto:

- Podemos começar pela Donna!

- Claire On -

Zayn parecia mais desanimado a cada dia. Com a ajuda de Donna, conseguimos sair da escola em um final de semana (véspera das provas finais). Pegamos a moto dele e fomos pela estrada até Bradford, não falamos nada, até por que os capacetes impediam essa comunicação. Eu só tinha medo que em algum momento ele parasse a moto e desse meia-volta. Ele parecia nervoso.

- É aqui - ele caminhava na frente, me apressei e segurei sua mão.

A rua era larga. A casa era pequena. Parecia ter dois ou três andares. Tinha a cor verde-musgo.

- Tá pronto amor? - ele ainda não havia falado nada.

Zayn: Sim.

Deixei que ele desse o primeiro passo: tocar a campainha. Então o fez. Esperamos alguns segundos e ele a tocou de novo. Por um segundo o olhei e vi seu olhar vazio. Esperamos dois ou três minutos e a porta foi aberta. Uma garota apareceu.

Desconhecida: Posso ajudá-los? - ela estava de pijama, não desgrudava o olhar de Zayn. Provavelmente o reconheceu, pareciam ser irmãos.

- Zayn On -

Minha voz sumiu, dando lugar a uma imensa vontade de chorar. Waliyha apareceu na porta. Como ela está linda! Imagine Doniya e Safaa... Sorri involuntariamente e a abracei, mas invés de ser correspondido, ela gritou no meu ouvido e começou a me bater. Rapidamente meu pai apareceu e nos separou, me empurrou no chão e avançou em cima de mim. Deve ter pensado que eu queria estuprá-la.

Claire se desesperou e parecia em choque. Por um segundo eu também, mas depois eu comecei a gritar:

- Pai! Para! Sou eu, Zain Malik! - ele sequer me escutou.

Mamãe apareceu na porta, disse que ligaria para a polícia.

- Mãe! Sou eu, Zain!

Foi nesse momento que Yasser parou e me olhou atentamente, correu para dentro de casa e toda a família retornou com ele.

Trisha: Zain? É você? - ela disse chorosa.

Me levantei com a ajuda da Claire e peguei minha identidade dentro de sua bolsa.

Zayn: Para provar - manquei, já que eu havia caído por cima da minha perna. Estiquei a carteira e Yasser pegou. Todos me olhavam espantados e para me confortar, Claire me abraçou de lado.

Em um segundo, Safaa apareceu e me abraçou, assim como todos em seguida.

- Você On -

- Deve ter sido lindo - digo abobalhada. Zayn contava a história de como foi reencontrar sua família.

Zayn: Foi assustador - riu - mas um assustador bom.

- Imagino - sorri de canto - dessa vez vão manter contato?

Zayn: Claro! Só não gostei de uma parte.

- O que?

Zayn: Eu saio de casa e minha irmã é só mais uma adolescente. Volto e ela está noiva!

- Sabe se o cara é legal?

Zayn: Parece que sim, mas ainda não o conheci. Me disseram que ele é dono de uma loja de informática aqui em Londres.

- Sabe qual o nome?

Zayn: Parece que é PC World.

- Sei qual é. Fica em Bloomsbury.

Zayn: Qualquer dia desses podemos passar lá e dar um "oi" pra ele - deu um sorriso malicioso - mas e você?

- O que tem? - eu brincava com as minhas próprias mãos.

Zayn: O que fez esse final de semana?

- Bom - eu tentava esconder meu sorriso - meus pais vieram pra cá e fomos para um hotel, e o Niall também foi. Parecíamos turistas - eu ri.

Zayn: Então parece que também curtiu a sua família - ele riu, e eu assenti.

Status: ressurgindo das cinzas.

One Shot - Harry Styles

Pedido da: Talita Bahia.


Já era a terceira vez que eu ia ao banheiro lavar o meu rosto, não conseguia esquecer a discussão (que nem foi tão grande assim) da noite passada. Na verdade, já fizeram mais de vinte e quatro horas desde o acontecido, mas o meu coração estava apertado como se eu estivesse parada naquele momento.
- Ah, que se dane - digo jogando a toalha de rosto em cima da pia.
Voltei para a cama ligando a tv, já havia enchido o saco daquela sensação nojenta de aflição e reparei que nada naquela madrugada iria me satisfazer, então fui dormir.
Por algum motivo naquela manhã seguinte tudo parecia melhor, talvez por que o inverno já estivesse acabando. De qualquer modo, eu queria que ele estivesse aqui.
- Falshback On -
- Harry, para!
- Parar com o quê? Tá maluca?! - ele dizia com ironia, estava estressado com os ensaios da banda para a nova turnê e quando chegava descontava em mim.. com patadas. O pior é que já tem um tempo, e mesmo eu sendo cabeça-quente aguentei com mais paciência do que o normal.
- Para de ficar respondendo desse jeito, não sou obrigada a te aguentar! Não sou sua mãe!
- Se você quer que eu vá, eu vou! - apontou para a porta.
- Eu não disse nada disso, Harry. Te amo. Mas não quero ter que aturar isso por mais tempo. Não dá - ele revirou os olhos.
- E o que sugere que eu faça? Em? Uma mágica?
- Para Harry! Porra! Tô tentando ter uma conversa civilizada contigo e tu tá de palhaçada! - ele revirou os olhos novamente - Sai daqui! - o empurrei até a porta e a tranquei. Ainda bem que o apartamento era só meu.
- Flashback Off -
Se bem que nem foi só isso, o nosso relacionamento sempre foi conturbado pela fama. Eram boatos dele estar com outras garotas, de eu estar com outro garoto, era a distância e também sermos tão ocupados com o nosso trabalho. Era meio difícil ficarmos a sós, nos víamos entre os horários de ensaios e compromissos como entrevistas, já nas férias só quando ele acabava de visitar todos os seus parentes, ás vezes ele me levava, para darmos uma escapadinha no meio da noite. Lembro de quando esse tipo de coisa acontecia, era encantador.
Ouvi o alarme de notificação, Harry havia mandado uma mensagem.
"Podemos conversar?"
"Por que não... Espero que tenha se acalmado..."
"Não se preocupe, vem pro meu prédio"
Nem respondi. Ele podia ser bem idiota ás vezes mas eu sentia falta da sua companhia, só peguei o meu casaco e corri para o seu apartamento.
- Harry?
- Talita? Espera! - ele parecia nervoso. Então escutei o barulho de algo se quebrando - Droga!
- Harry? O que tá acontecendo aí? - ele estava na cozinha.
- Nada! Fica aí!
Andei devagar até o lugar, notando que o ambiente estava pouco iluminado. Uma mesa posta a dois... Linda! Decorada com um vaso cheio de botões de rosa vermelhas. Sorri. Olhei um pouco mais para o lado e reparei Harry ajoelhado recolhendo cacos de vidro.
- Precisa de ajuda? - segurei seu ombro. Ele sorriu torto.
- Não, valeu... Eu te pedi pra ficar na sala curiosa - ele disse e um pouco de sangue escorreu da sua mão, sinal de que havia se cortado.
- Espera. Vou buscar o kit de remédios, deixa isso aí - me referia aos cacos no chão.
Ele se levantou e encostou-se no balcão. Fiz um curativo pequeno, não era nada que preocupasse. Então procurei olhar dentro dos olhos dele, e sorrimos juntos.
- Então... Você queria conversar - ele assentiu.
- É que eu queria te pedir desculpas por ter feito aquilo contigo, te tratado daquela maneira. Eu não conseguia perceber que estava te machucando, e me machucando. Então quis preparar esse pedido de desculpas, que era pra ser uma surpresa - ele riu.
- Eu adorei Harry.
- E cozinhei também! - disse animado - Fiz aquele prato que você gosta. Chamei o Niall pra me ajudar na salada por que você me disse que adora as saladas dele. Foi de coração.
- Own, eu te amo Harry - sorri sincera, o contagiando.
- Também te amo, muito, muito, muito. Me perdoa - me abraçou e deu um gemido de dor quando me pegou pela cintura. Rimos.
- Já te perdoei.
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO :*
PS: A PARTIR DE AGORA ESTAREI POSTANDO MEUS IMAGINES TAMBÉM NO TUMBLR
O ENDEREÇO É: THEUNKINDGIRL.TUMBLR.COM

One Shot - Harry Styles


Senti um baque no meu bumbum enquanto passava pela sala, na verdade, nem tinha reparado que o Harry estava lá e muito menos que ele havia dado um tapa no meu traseiro. Meus pais eram professores da faculdade, trabalhavam um no curso de Psicologia e outro no de Letras. Como já era noite eles estavam trabalhando, e eu estava em casa com o meu irmão intercambista.

Como eu nunca havia visitado a Inglaterra ou sequer dado uma volta num cruzeiro, nunca conheci de perto qualquer costume. Talvez fosse ignorância da minha parte, mas por um momento acreditei que o que o Styles fazia vinha de suas raízes. Ele costumava me abraçar, me beijar, dar apertões e tapas. Tudo levado para a sexualidade. E hoje, quase um ano depois de sua chegada eu corri atrás e percebi que aquilo poderia chegar a um abuso, se já não fosse, né.

O único problema era: eu gostava.

Estava exausta de tanto andar na praia hoje. Sorte que moro em frente a praia. Harry também foi, e a prova de que eu gosto do que ele faz, e até dele, é que eu fiquei com ciúmes quando ele deu em cima de outras garotas. Percebi de cara qual era o tipo dele: alta, branca, talvez loira, biquíni pequeno ou vermelho.

Cheguei em casa e fui tomar banho, notando que ele me espiava pela brecha da porta e fingi não ligar. Fui para o quarto, me troquei e desci para a cozinha, enquanto passava pela sala para chegar ao quarto, ocorreu a situação que citei inicialmente.

- Harry, dá pra parar? Por favor! Que situação chata! - revirei os olhos.

- Me desculpe. Mas eu não consigo resistir - me puxou pela cintura - estou apaixonado por você desde o primeiro mês em que cheguei. Você é tão perfeita. Tentei chamar a sua atenção, mas estava difícil. Não sabe o quanto eu tive que aguentar - me soltei e disse:

- Harry isso não se chama amor, se chama tesão - e então subi as escadas.

Tranquei a porta do quarto, já que não confiava nele. Pensei, pensei e pensei. Lembrei de alguns bons momentos e de todas as vezes que ele me "atazanou", por algum motivo eu não esqueci. Mas também não gosto dele. Talvez eu queira diversão.

Os dias seguintes se passaram e eu o ignorava, mamãe comentou que escutou ele chorando e jurou que ele sentia saudades de sua família. Então eu comecei a ter cinquenta por cento de certeza de que ele gostava de mim, os outros cinquenta por cento estavam no meu pé atrás.

Logo chegou os um ano dele no Brasil, e então meus pais nos levaram para São Paulo, para um show de uma banda de rock que nós dois curtíamos. Nesse show o clima ficou tão bom que o beijei debaixo da chuva fina, por vontade própria. O que foi esquisito. Mais tarde, não sei por que, fizemos amor no meu quarto de hotel e tudo pra mim estava as mil maravilhas.

Na noite seguinte, eu me arrumava para ir ao jantar que os meus pais reservaram. Botei um vestido bonito, uma maquiagem leve e um salto, como o Harry gostava. Sei lá, eu adorava o agradar. Sem dúvidas, perceber que eu estava apaixonada por ele não foi a maior surpresa daquela noite, Harry me pediu em namoro e os meus pais disseram que eu era mais do que lerda por que estava na cara que ele gostava de mim.

Enfim, no final dessa história eu estava deitada no colo do Harry, enquanto assistíamos a um filme de terror qualquer e ele me fazia um cafuné gostoso.

FINGE QUE GOSTOU DORIS </3

SOCORRO PRECISO MELHORAR NOS TEXTOS COM O HARRY

ESSE FICOU UM BRIOCO

TALVEZ SEJA PQ JÁ É O QUARTO TEXTO QUE ESCREVO HOJE

TÔ MORTA, GALERA. FUI

Apparently - Capítulo Quarenta e Seis - Tudo tem um jeito


- Claire On -

Meu Deus.. que dia mais chato. Eu encarava a professora de geometria com mais do que tédio expressos. O que me agoniava ainda mais era a (S/N) demonstrar sua animação, ela olhava de canto para o Niall e sorria, hora ou outra se virava para mim e perguntava se eu estava entendendo o assunto.

- Tudo muito bem - sorri de uma maneira falsa e ela riu. Aff.

Você: E então, como vão os preparativos para as provas finais? - ela disse enquanto saíamos da sala, sua mão estava entrelaçada com a do amado, que sorria como um idiota.

Claire: Péssimos, preciso de ajuda em geometria. Socorro. Aquela professora é mais entediante do que a minha avó - revirei os olhos, já eles pareciam se divertir com o meu mau-humor.

Niall: Vão querer comer o quê hoje? Eu pago!

Claire: Mas a comida é grátis...

Niall: Por isso mesmo - rimos.

Claire: Vou atrás do Zayn, ele deve estar saindo da aula de artes... Tchau! - acenaram ao longe, eu estava correndo - Zayn?

Zayn: Babe - ele disse sorrindo de canto, enquanto tirava o seu protetor de olhos. Ele adorava marcenaria e grafitagem.

Veio até mim tirando o avental amarelo e me agarrando pela cintura, me deu um beijo estalado e conversamos sobre o futuro. Nossa, que romântico... Ironia modo on, sabe?

- Harry On -

- Cassie?

Cassie: Hum? - ela respondeu ainda concentrada, entrou na escola mais cedo que o previsto e está se adaptando bem.

Harry: Ei... - eu mexia em seu cabelo solto, estava tentando fazer com que ela tirasse os olhos daquele livro - ei... - dei um beijo molhado em seu pescoço, ela nem se mexeu - aff, vou embora então.

Escutei sua gargalhada, ela rapidamente colocou sua mão na boca pois estávamos na biblioteca. Ela se levantou fechando o livro e caminhamos de mãos dadas até o refeitório. O pessoal olhava, Donna sorria sincera pra mim, embora tenhamos tido uma conversa chata.

- Flashback On -

Donna: Harry? Podemos conversar?

Harry: Claro.

Caminhamos até o corredor e me encostei na parede.

Donna: Você já deve saber que a Cassie está vindo pra cá, não sabe? - assenti - Bom, a primeira coisa que te peço é para não atrapalhar os estudos da garota. Os pais dela são muito rigorosos, mais do que aparentam, tem um futuro todo planejado pra ela e eles não curtem um cara que nem você.

Harry: Como eu? - levantei as sobrancelhas.

Donna: Sonho de consumo das meninas, comedor, tomador de porre, não liga pros estudos, etc - me olhou com tédio.

Harry: Eu ligo pros estudos sim...

Donna: Aé? E então por que nunca te vi fazendo uma lição de casa?

Harry: Sabe, Donna, você não pode chegar assim e querer mandar na minha vida. Tá com ciúmes da priminha por acaso? - ela se indignou.

Donna: Ciúmes de você nunca, você fez parte do meu passado e coisa velha eu não uso mais - o quê? - só vim tentar te alertar. Quem avisa amigo é - disse apontando o dedo na minha cara, então saiu.

- Flashback Off -

Dito e feito, fui jantar uma vez na casa dela e os pais dela desde que me viram passaram a me olhar com desdém, não permitiram nosso relacionamento e ainda me pediram para que eu me afastasse. Bom, não nos afastamos e toquei o foda-se, sei que são os pais da minha namorada.. mas não posso fazer nada se querem nos impedir de viver.

Harry: Eu te amo. Já te disse isso hoje? - beijei a ponta do seu nariz.

Cassie: Sim, príncipe.

- Cassie On -

- E o natal? Vai passar aonde? - perguntei.

Zayn: Não sei ainda - disse triste.

Claire: Amor, por que não vem passar o natal com a minha família?

Zayn: Melhor não - sorriu de canto - vocês vão ter o seu momento em família. Não quero atrapalhar isso.

Claire: Você podia passar com a sua família. Não quer encontrar sua mãe, Zayn?

Zayn: Tem muito tempo que não falo com ela. Você sabe que esse é o meu maior desejo. Não sei se mudaram de casa, de número de telefone...

Claire: Podemos encontrar Zayn - acariciei seu rosto.

Zayn: Talvez demore demais.

Claire: Você vai vir comigo, então. Não tem lugar pra ficar durante o verão, não vai pagar hotel, não tem dinheiro pra isso - ele subiu seu olhar - não, Zayn, você não vai voltar a aquela vida. Eu não deixo - cruzei os braços.

Ele veio até mim e me abraçou, começamos um beijo calmo quando ele me colocou sentada em cima da mesa de madeira da sala. Quando o clima ficou quente demais, percebi num susto:

- Podemos começar pela Donna!

ENTENDEDORAS ENTENDERÃO O POR QUE DE COMEÇAR COM A DONNA.

TÔ ESCREVENDO NO MAIÚSCULO POR QUE SIM.

FAÇAM PEDIDOS, SÓ TEM DOIS IMAGINES NA LISTA PRA EU FAZER.

DIGAM NOS COMENTS.

BEIJOOS GATONAS.

One Shot - Louis Tomlinson


- Hey, Louis! Está ficando louco? - O puxei pelo ombro.

- Louco por você! - Ele sorria enquanto a gota de sangue escorria pela sua boca. Ele acabou de sair de uma briga apenas por que uma garota popular me xingou, e o namorado dela riu. Só pra vocês saberem, o Louis não bate em mulher, tá?!

- Que história é essa?

- Você é tão linda. Eu fiquei de olho em você desde que te vi sentada conversando com aquela sua amiga.

- A Eleanor?

- Sim - o olhei indignada.

- Mas eu pensei que você gostasse dela, afinal, não tem nem duas semanas que vocês terminaram. Como pode estar tão bem assim? - o olhei em súplica enquanto ele observava minha alma 
(ps: não sei de onde tirei isso, mas significa que ele olhava para os seus olhos profundamente) - Ah, não... Louis Tomlinson! - ele sorriu - Você terminou com a minha melhor amiga por minha causa?

Levei minhas mãos até o meu cabelo e pude jurar que choraria ali mesmo. Só eu sei o quanto minha amiga sofreu com o término desse namoro de anos, e ele sequer sentiu remorso por vê-la tendo ódio dele. Ah, é, esqueci que é o Tomlinson... Ele sempre está pouco se fodendo pra isso (significa que ele não liga, me desculpem o linguajar). 

- Sim. Eu já sentia a Eleanor mais como uma amiga do que como namorada - me sentei no banco da escola e suspirei - Lembra daquele poema que eu apresentei na aula de Literatura? - assenti - Foi feito pra você, e não pra Els como ela pensou - suspirei novamente, era um poema de amor lindo - como já deve ter reparado, eu te amo.

E o pior é que esse sentimento era recíproco. Me apaixonei por ele desde o dia em que ele me arrastou para uma festa de madrugada, escondida dos meus pais, só eu e ele. Ele estava de jaqueta azul e ele mesmo escolheu um vestido para que eu usasse naquela noite. Depois andamos no seu carro pela madrugada. Isso foi algo que eu nunca contei para a minha melhor amiga, já que ela teria um ataque de ciúmes e não falaria comigo por semanas.

- Lou, eu também - ele sorriu - mas e a Eleanor? Me sinto uma traidora.

- Não se sinta assim, ela vai ter que nos aceitar - ele disse calmo me abraçando pela cintura - podemos lutar contra a opinião dela, caso ela não seja a nosso favor - assenti - Então.. topa?

- O que?

- Ser minha namorada? - não disse nada, apenas sorri tímida e o beijei.

FAÇAM PEDIDOS GATONAS, PODE SER PELO MEU TT (@UNKINDGIRL) OU PELOS COMENTÁRIOS, USEM O QUE ACHAREM MAIS FÁCIL.
TITIA AMA VOCÊS <3

One Shot - Dedicado - Devaneio Perfeito


- Huum, gostosa. Olha ali, olha - um garoto sussurrava e apontava discretamente pra mim.
Por onde eu andava aqueles comentários ecoavam. "Saco", foi o que pensei. Parece que as pessoas não sabem guardar os seus pensamentos para si mesmos. No início foi até divertido, mas hoje, nem tanto. Talvez seja o meu mau-humor que não está gostando nem um pouco disso.
"Huum, gostoso". Foi o que eu pensei e ri de mim mesma por isso. Um garoto novo sentava no fundo da sala. Cara de mistério, usando suas sobrancelhas para lançar aquele olhar mortal. Era magrelo, confesso, mas tinha braços fortes.
Passei por ele suspirando levemente (notando que ele riu) e fui dar 'Oi' propositalmente para alguns amigos do fundão. Quando passei de volta parei na frente de sua carteira (por que ele ainda estava sentado do mesmo modo), só que a professora chegou e tudo o que conseguiu sair da minha boca antes de ouvir meu nome ecoar pela sala foi 'Olá!'.
...
Nem no refeitório consegui encontrá-lo. Parece que a nossa grade de aulas era diferente e só teríamos aula de História juntos. Mesmo assim persisti em vê-lo novamente, eu precisava. Andei calma até em casa, me sentindo derrotada. Tomei um banho, me vesti e caminhei até o meu trabalho.
Sim, eu tenho um trabalho após a escola. Meu avô comprou um mercado há alguns anos atrás e antes das férias de verão começarem ele já havia me contratado para trabalhar como caixa. Não era um lugar grande, mas era bem organizado. O movimento estava fraco por isso não consegui tira-lo da minha cabeça.
Eu estava em devaneio quando alguém entrou de capuz no recinto. Meu corpo estremeceu pensando ser algum assaltante.
- Com licença, senhor. Não pode entrar no estabelecimento de capacete ou capuz. Preciso que se identifique.
Ele continuava de costas, e bem na minha frente. Que medo.
- Senhor?
- Não sou tão velho assim, Bruna - disse rindo.
Botei a mão no peito em sinal de alívio e também ri. Não reconheci ele de primeira mas quando ele se virou pude ver quem era. Zain. Sim, eu descobri o nome dele, uma amiga faz Espanhol com ele e perguntou seu nome.
- Oi, Zain - sorri dizendo seu nome, há horas gostaria de fazer isso.
- Tudo bem? - ele perguntou simpático, enquanto pegava uma lata de refrigerante.
- Aham, e você? - minhas pernas bambearam mais uma vez ao sentir o contato de sua mão na minha. Sorri involuntariamente.
- Melhor agora - ele sorriu de canto. Já posso pular de felicidade?
Não disse mais nada, apenas passei no caixa e finalizei sua compra, quando meu tio chegou. Ele é gerente do mercado.
- Pode tirar o resto do dia de folga, vou fechar o caixa e cuidar daqui.
Assenti feliz e tirei minha camiseta do uniforme, ali na frente do Zain mesmo, enquanto meu tio estava no depósito. Eu adorava provocar. Troquei de blusa olhando para a sua face. Ele tinha um sorriso malicioso e continuou quieto.
- Ei, o que acha da gente andar um pouco? - perguntou receoso.
- Ótimo, vamos. Tio! Estou indo!
- Vão com Deus!
Saímos da loja e enquanto eu mexia na minha bolsa, perguntei:
- Mora por aqui?
- Acabei de me mudar. Eu vim de Bradford.
- E lá é legal?
- Interior - ele riu - mas eu gosto muito de lá.
- Hum.
- E você?
- Sou do Brasil. Quero dizer, nasci lá, mas meus pais são daqui.
- Wow - foi o que ele disse.
Conversamos mais e no pôr do sol, num parque lá perto de casa, nos beijamos (só espero que seja o primeiro de muitos). Ele disse que já havia me visto uma vez quando fazia compras com a sua mãe, Trisha. Mas apenas passou em frente ao mercado. Isso uma vez em que ele havia vindo visitar um parente. Disse que sempre se lembrava de mim, de algum modo e por algum motivo que desconheço.
Enquanto observávamos o crepúsculo sentados embaixo de uma grande árvore, ele disse:
- Ei, quer ficar comigo? - sorri e assenti.
Então ele me beijou novamente.
No dia seguinte Zain veio me buscar em casa. Minha mãe ficou surpreendida e eu também. Nunca soube de algum ficante que fosse buscar a menina em casa. Pra mim era novidade. Talvez ele quisesse mostrar que gostaria de algo a mais e fiquei com esse pensamento bobo preso na minha mente, assim como o meu sorriso em meus lábios.
Enquanto andávamos pelos corredores (por que Zain me deixaria na porta da sala. Sim!) atraíamos alguns olhares da escola. Ele com aquela jaqueta de couro e eu com aquele batom vinho, parecia perfeito. Parecia que estávamos juntos há tempos, e a cada oportunidade, eu guardava pra mim um detalhe seu. Nossa! Parecíamos até namorados, bem que eu queria que fosse. Mas um dia a gente chega lá.
PARABÉNS ATRASADO BRUNA!
GOD BLESS U 2! <3

Apparently - Capítulo Quarenta e Cinco - Hora do chá


- No capítulo anterior -

Eleanor: Sabe, a (S/N) me disse uma vez que para se apaixonar só levam dois segundos.

Olhei para frente e vi ela e Niall se beijando, então apontei para eles e disse calma:

- Olha ali, isto é amor.

Harry: Tá, tchau - disse ríspido. Oush.

Quando ele saiu de perto de mim a festa perdeu um pouco da graça, então me sentei em um banco quando a (S/N) se sentou ao meu lado com um sorriso bobo.

Eleanor: E aí?

Você: E aí o quê? - pousou sua mão na barriga.

Eleanor: Essa cara... - eu ri, ela também.

Você: A noite está ótima. O Niall foi procurar energéticos, quer se juntar a nós?

Eleanor: Sei lá, é meio estranho.

Você: Estranho por que?

Eleanor: Sei lá. - me olhou desconfiada. "É que eu ainda me lembro de quando eu era a namorada dele... Mas é melhor deixar quieto, não queremos relembrar o passado", pensei - eu vou com vocês.

Ela puxou minha mão e caminhamos até a cozinha, mas esbarramos no Harry, ele saía de lá com uma cerveja. Não disse nada, apenas seguiu em frente.

Você: Ele está tão esquisito.

Eleanor: Ele conheceu uma garota nova, acha que está apaixonado por ela.

Você: Hum... Isso não é motivo para ficar assim... De qualquer modo.. sabe se é pela Cassie?

Eleanor: Você a conhece?

Você: Sim, conversamos por alguns instantes.

Niall: Hey, chega de fofocas. Vamos dançar um pouco.

Eles nos entregou os energéticos e nos puxou para a pista, mas nem dançamos, perdemos o ânimo. Então sentamos em um sofá enquanto o Niall dançava à nossa frente para extravasar energia.

...

Você: Amor, tô com sono. Vamos embora - (S/N) falava, ela estava passando mal, com enxaqueca. E eu segurava o seu ombro.

Niall: Vamos, tá na hora mesmo. Vou atrás do Zayn e da Claire. Vai atrás do Harry, por favor, Els.

Eleanor: Ok, já volto.

Caminhei um pouco, parte do pessoal estava indo embora. Então procurei saber se ele já havia ido. E o encontrei.

Harry: Tá Louis, eu levo... Não se preocupe... Tchau - ele estava costas pra mim, e se virou - Oi Els, acabei de falar com o Louis e ele está pedindo pra eu te levar pra casa. Pode ser? - falava sério.

Eleanor: O pessoal está chamando pra ir embora, pediram para que eu viesse atrás de você.

Harry: Tudo bem. Vou só resolver um negócio rápido, me esperem na entrada.

Assenti e me virei.

Eleanor: Encontrei o Harry, ele já vem - digo para o Niall assim que chego lá.

Niall: Tá. Vamos lá pra fora.

Depois de alguns minutos, com o táxi já nos esperando (por que a (S/N) já estava fraca pra caminhar) ele chega e nós voltamos pra escola.

...

Niall: Daqui eu já não posso passar, o inspetor está fazendo vista grossa - também.. com esse tanto de autorizações.

Eleanor: Pode deixar comigo, eu levo ela - segurei pelos ombros dela, a (S/N) estava caindo - e você estava cheia de energia né moça, agora tá assim. Grogue, grogue.

Você: Me leva pro quarto... - botava a mão na barriga.

Eleanor: É o que estou fazendo.

Levei ela até o recinto, a deitei e a cobri. Parecia uma mãe e uma criança, sorri com isso.

Você: Dorme aqui? A Donna não vem pra cá hoje.

Eleanor: Tem certeza? - ela assentiu - estou confiando em você, por que vai que ela aparece e não gosta de me ver deitada na cama dela - ri.

Você: Tô morrendo de sono.

Eleanor: Eu também, vou buscar minha escova de dentes.

Você: Tá. Não vou te esperar acordada, ok? - assenti e ri.

Fui até o quarto, Emma chorava enquanto tirava os saltos em cima da cama. Fiquei preocupada, mas não queria me intrometer. De qualquer modo a curiosidade falou alto.

Eleanor: Emma, aconteceu alguma coisa? - ela assentiu - Quer me contar o que houve? - ela negou.

Fui até o banheiro escovar os dentes lá mesmo, mas os soluços só aumentavam, e eu me sentia incomodada.

Eleanor: Quer que eu busque alguma coisa pra você? Um chá?

Emma: Por favor - dizia limpando as lágrimas com as costas de sua mão(as unhas pintadas de vermelho escuro), ainda soluçando, só que baixinho. Sei bem como é essa sensação, incontrolável.

Caminhei até o refeitório com calma, nada se passava à minha mente até me encontrar com o Liam no corredor.

Eleanor: Hey! - ele andava depressa. Se virou e sorriu. - Tudo bem?

Liam: Sim, e com você? - assenti - O que está fazendo aqui a essa hora?

Eleanor: Vim buscar um chá, ou um calmante.

Liam: A situação está tão complicada assim? - ele sorria carinhoso.

Eleanor: Não é pra mim - deixei o assunto no ar.

Liam: Pra quem é então?

Eleanor: Emma - ele pareceu surpreso.

Liam: Do jeito que ela e Donna são, apenas tranquilizante de animais derruba - rimos.

Eleanor: Então.. por que está indo ao refeitório essa hora?

Liam: Estou com muita fome - ele riu passando a mão na barriga, ele estava de camiseta cinza.

Eleanor: Hum.. se bem que um pouco de chocolate a essa hora cairia muito bem - rimos.

Caminhamos e conversamos calmamente. Passamos por Zayn que voltava do refeitório avisando que o mesmo estava fechado, então me lembrei que Donna tinha um frigobar novo dentro do quarto, comprado logo após destruírem seu antigo (por que a Claire havia destruído o quarto, segundo a (S/N)). Talvez ela tenha chá, ou até chocolate dentro do mesmo. Lembro que a (S/N) comentou que a Donna sempre toma chá antes de dormir, costume adquirido recentemente.

Eleanor: Se é assim.. boa noite Liam - digo sem graça.

Liam: Boa - ele disse, acenou e tomou direção contrária.

Caminhei um pouco mais rápido até o quarto, quando ficava muito tarde (como agora) os corredores ficavam escuros demais já que os inspetores desligavam as luzes. Era hora dos alunos estarem dormindo. Além de que já ouvi muitas histórias de fantasmas aqui na EG.

Procurei pelo frigobar nas coisas da Donna com medo de ser flagrada. Se bem que seria para a amiga dela, não é? Acho que não teria problema. Não havia como esquentar a água, então fiz chá gelado o suficiente para mim e para Emma. Fui até o quarto e me sentei na sua cama, a encontrando de pijama mexendo no celular, mais calma e com a cara vermelha. Como já estava sentada não precisou fazer esforço, começou a tomar rapidamente.

Eleanor: Peguei o chá no frigobar da Donna, como são amigas espero que ela não se importe.

Emma: Ela não liga - disse e negou.

Eleanor: Está mais tranquila?

Emma: Sim - respondeu assim que terminou de tomá-lo.

Eleanor: Quer me contar agora o que aconteceu? - suspirou antes de falar:

- (S/N) aconteceu. Eleanor, eu gosto do Niall.

Eleanor: Como assim?

Emma: A gente ficava, eu sempre tentei algo a mais com ele, algo mais sério. Namorar com ele. - ela gesticulava conforme cada frase - Dei todo o meu carinho, mostrei que eu me importo, mas parece que nada funcionou. Parece que ele nunca notou - Eu escutava atenta - mas eu sempre estive aqui.

Ela juntou suas mãos e as encarou, triste. Ela chorava por ter entendido que ele e (S/N) haviam se entendido. Que estavam juntos, ela sabia que ele a amava.

Eleanor: Você sabe que gostar e amar são coisas diferentes, não sabe? - perguntei sem medo da resposta. Eu poderia esperar qualquer coisa vinda dos alunos da escola.

Emma: Acho que sim. Agora é seguir em frente - assenti - o problema é que eu não quero...

Começou a chorar de novo, escondendo seu rosto.

Eleanor: Não quer o que? - perguntei assustada.

Emma: Seguir em frente.

Eleanor: Infelizmente não posso fazer nada, nem você. É melhor você dormir, vamos, deita - puxei sua coberta.

Emma: Obrigada, Els.

Eleanor: De nada, Em. Boa noite.

Desliguei a luz e saí do quarto, me deitei na cama de Donna e comecei a refletir.

- Ei, por que você demorou? - (S/N) me deu um susto, eu pensava que ela estava dormindo.

- Nada não - preferi deixar esse assunto fora dos ouvidos da (S/N), ela tem o coração sensível demais e então ficaria com pena da Emma. O que não é muito bom, já que ela se esquece de algumas coisas facilmente, e de outras não - Boa noite - desliguei o abajur.

- Boa.

Eu escrevo, escrevo, escrevo e acho que
o capítulo vai sair grande. Oh, chessus.
Bisous, gatonas.
Hanna Ashley