One Shot - Louis Tomlinson


- Hey, Louis! Está ficando louco? - O puxei pelo ombro.

- Louco por você! - Ele sorria enquanto a gota de sangue escorria pela sua boca. Ele acabou de sair de uma briga apenas por que uma garota popular me xingou, e o namorado dela riu. Só pra vocês saberem, o Louis não bate em mulher, tá?!

- Que história é essa?

- Você é tão linda. Eu fiquei de olho em você desde que te vi sentada conversando com aquela sua amiga.

- A Eleanor?

- Sim - o olhei indignada.

- Mas eu pensei que você gostasse dela, afinal, não tem nem duas semanas que vocês terminaram. Como pode estar tão bem assim? - o olhei em súplica enquanto ele observava minha alma 
(ps: não sei de onde tirei isso, mas significa que ele olhava para os seus olhos profundamente) - Ah, não... Louis Tomlinson! - ele sorriu - Você terminou com a minha melhor amiga por minha causa?

Levei minhas mãos até o meu cabelo e pude jurar que choraria ali mesmo. Só eu sei o quanto minha amiga sofreu com o término desse namoro de anos, e ele sequer sentiu remorso por vê-la tendo ódio dele. Ah, é, esqueci que é o Tomlinson... Ele sempre está pouco se fodendo pra isso (significa que ele não liga, me desculpem o linguajar). 

- Sim. Eu já sentia a Eleanor mais como uma amiga do que como namorada - me sentei no banco da escola e suspirei - Lembra daquele poema que eu apresentei na aula de Literatura? - assenti - Foi feito pra você, e não pra Els como ela pensou - suspirei novamente, era um poema de amor lindo - como já deve ter reparado, eu te amo.

E o pior é que esse sentimento era recíproco. Me apaixonei por ele desde o dia em que ele me arrastou para uma festa de madrugada, escondida dos meus pais, só eu e ele. Ele estava de jaqueta azul e ele mesmo escolheu um vestido para que eu usasse naquela noite. Depois andamos no seu carro pela madrugada. Isso foi algo que eu nunca contei para a minha melhor amiga, já que ela teria um ataque de ciúmes e não falaria comigo por semanas.

- Lou, eu também - ele sorriu - mas e a Eleanor? Me sinto uma traidora.

- Não se sinta assim, ela vai ter que nos aceitar - ele disse calmo me abraçando pela cintura - podemos lutar contra a opinião dela, caso ela não seja a nosso favor - assenti - Então.. topa?

- O que?

- Ser minha namorada? - não disse nada, apenas sorri tímida e o beijei.

FAÇAM PEDIDOS GATONAS, PODE SER PELO MEU TT (@UNKINDGIRL) OU PELOS COMENTÁRIOS, USEM O QUE ACHAREM MAIS FÁCIL.
TITIA AMA VOCÊS <3

One Shot - Dedicado - Devaneio Perfeito


- Huum, gostosa. Olha ali, olha - um garoto sussurrava e apontava discretamente pra mim.
Por onde eu andava aqueles comentários ecoavam. "Saco", foi o que pensei. Parece que as pessoas não sabem guardar os seus pensamentos para si mesmos. No início foi até divertido, mas hoje, nem tanto. Talvez seja o meu mau-humor que não está gostando nem um pouco disso.
"Huum, gostoso". Foi o que eu pensei e ri de mim mesma por isso. Um garoto novo sentava no fundo da sala. Cara de mistério, usando suas sobrancelhas para lançar aquele olhar mortal. Era magrelo, confesso, mas tinha braços fortes.
Passei por ele suspirando levemente (notando que ele riu) e fui dar 'Oi' propositalmente para alguns amigos do fundão. Quando passei de volta parei na frente de sua carteira (por que ele ainda estava sentado do mesmo modo), só que a professora chegou e tudo o que conseguiu sair da minha boca antes de ouvir meu nome ecoar pela sala foi 'Olá!'.
...
Nem no refeitório consegui encontrá-lo. Parece que a nossa grade de aulas era diferente e só teríamos aula de História juntos. Mesmo assim persisti em vê-lo novamente, eu precisava. Andei calma até em casa, me sentindo derrotada. Tomei um banho, me vesti e caminhei até o meu trabalho.
Sim, eu tenho um trabalho após a escola. Meu avô comprou um mercado há alguns anos atrás e antes das férias de verão começarem ele já havia me contratado para trabalhar como caixa. Não era um lugar grande, mas era bem organizado. O movimento estava fraco por isso não consegui tira-lo da minha cabeça.
Eu estava em devaneio quando alguém entrou de capuz no recinto. Meu corpo estremeceu pensando ser algum assaltante.
- Com licença, senhor. Não pode entrar no estabelecimento de capacete ou capuz. Preciso que se identifique.
Ele continuava de costas, e bem na minha frente. Que medo.
- Senhor?
- Não sou tão velho assim, Bruna - disse rindo.
Botei a mão no peito em sinal de alívio e também ri. Não reconheci ele de primeira mas quando ele se virou pude ver quem era. Zain. Sim, eu descobri o nome dele, uma amiga faz Espanhol com ele e perguntou seu nome.
- Oi, Zain - sorri dizendo seu nome, há horas gostaria de fazer isso.
- Tudo bem? - ele perguntou simpático, enquanto pegava uma lata de refrigerante.
- Aham, e você? - minhas pernas bambearam mais uma vez ao sentir o contato de sua mão na minha. Sorri involuntariamente.
- Melhor agora - ele sorriu de canto. Já posso pular de felicidade?
Não disse mais nada, apenas passei no caixa e finalizei sua compra, quando meu tio chegou. Ele é gerente do mercado.
- Pode tirar o resto do dia de folga, vou fechar o caixa e cuidar daqui.
Assenti feliz e tirei minha camiseta do uniforme, ali na frente do Zain mesmo, enquanto meu tio estava no depósito. Eu adorava provocar. Troquei de blusa olhando para a sua face. Ele tinha um sorriso malicioso e continuou quieto.
- Ei, o que acha da gente andar um pouco? - perguntou receoso.
- Ótimo, vamos. Tio! Estou indo!
- Vão com Deus!
Saímos da loja e enquanto eu mexia na minha bolsa, perguntei:
- Mora por aqui?
- Acabei de me mudar. Eu vim de Bradford.
- E lá é legal?
- Interior - ele riu - mas eu gosto muito de lá.
- Hum.
- E você?
- Sou do Brasil. Quero dizer, nasci lá, mas meus pais são daqui.
- Wow - foi o que ele disse.
Conversamos mais e no pôr do sol, num parque lá perto de casa, nos beijamos (só espero que seja o primeiro de muitos). Ele disse que já havia me visto uma vez quando fazia compras com a sua mãe, Trisha. Mas apenas passou em frente ao mercado. Isso uma vez em que ele havia vindo visitar um parente. Disse que sempre se lembrava de mim, de algum modo e por algum motivo que desconheço.
Enquanto observávamos o crepúsculo sentados embaixo de uma grande árvore, ele disse:
- Ei, quer ficar comigo? - sorri e assenti.
Então ele me beijou novamente.
No dia seguinte Zain veio me buscar em casa. Minha mãe ficou surpreendida e eu também. Nunca soube de algum ficante que fosse buscar a menina em casa. Pra mim era novidade. Talvez ele quisesse mostrar que gostaria de algo a mais e fiquei com esse pensamento bobo preso na minha mente, assim como o meu sorriso em meus lábios.
Enquanto andávamos pelos corredores (por que Zain me deixaria na porta da sala. Sim!) atraíamos alguns olhares da escola. Ele com aquela jaqueta de couro e eu com aquele batom vinho, parecia perfeito. Parecia que estávamos juntos há tempos, e a cada oportunidade, eu guardava pra mim um detalhe seu. Nossa! Parecíamos até namorados, bem que eu queria que fosse. Mas um dia a gente chega lá.
PARABÉNS ATRASADO BRUNA!
GOD BLESS U 2! <3

Apparently - Capítulo Quarenta e Cinco - Hora do chá


- No capítulo anterior -

Eleanor: Sabe, a (S/N) me disse uma vez que para se apaixonar só levam dois segundos.

Olhei para frente e vi ela e Niall se beijando, então apontei para eles e disse calma:

- Olha ali, isto é amor.

Harry: Tá, tchau - disse ríspido. Oush.

Quando ele saiu de perto de mim a festa perdeu um pouco da graça, então me sentei em um banco quando a (S/N) se sentou ao meu lado com um sorriso bobo.

Eleanor: E aí?

Você: E aí o quê? - pousou sua mão na barriga.

Eleanor: Essa cara... - eu ri, ela também.

Você: A noite está ótima. O Niall foi procurar energéticos, quer se juntar a nós?

Eleanor: Sei lá, é meio estranho.

Você: Estranho por que?

Eleanor: Sei lá. - me olhou desconfiada. "É que eu ainda me lembro de quando eu era a namorada dele... Mas é melhor deixar quieto, não queremos relembrar o passado", pensei - eu vou com vocês.

Ela puxou minha mão e caminhamos até a cozinha, mas esbarramos no Harry, ele saía de lá com uma cerveja. Não disse nada, apenas seguiu em frente.

Você: Ele está tão esquisito.

Eleanor: Ele conheceu uma garota nova, acha que está apaixonado por ela.

Você: Hum... Isso não é motivo para ficar assim... De qualquer modo.. sabe se é pela Cassie?

Eleanor: Você a conhece?

Você: Sim, conversamos por alguns instantes.

Niall: Hey, chega de fofocas. Vamos dançar um pouco.

Eles nos entregou os energéticos e nos puxou para a pista, mas nem dançamos, perdemos o ânimo. Então sentamos em um sofá enquanto o Niall dançava à nossa frente para extravasar energia.

...

Você: Amor, tô com sono. Vamos embora - (S/N) falava, ela estava passando mal, com enxaqueca. E eu segurava o seu ombro.

Niall: Vamos, tá na hora mesmo. Vou atrás do Zayn e da Claire. Vai atrás do Harry, por favor, Els.

Eleanor: Ok, já volto.

Caminhei um pouco, parte do pessoal estava indo embora. Então procurei saber se ele já havia ido. E o encontrei.

Harry: Tá Louis, eu levo... Não se preocupe... Tchau - ele estava costas pra mim, e se virou - Oi Els, acabei de falar com o Louis e ele está pedindo pra eu te levar pra casa. Pode ser? - falava sério.

Eleanor: O pessoal está chamando pra ir embora, pediram para que eu viesse atrás de você.

Harry: Tudo bem. Vou só resolver um negócio rápido, me esperem na entrada.

Assenti e me virei.

Eleanor: Encontrei o Harry, ele já vem - digo para o Niall assim que chego lá.

Niall: Tá. Vamos lá pra fora.

Depois de alguns minutos, com o táxi já nos esperando (por que a (S/N) já estava fraca pra caminhar) ele chega e nós voltamos pra escola.

...

Niall: Daqui eu já não posso passar, o inspetor está fazendo vista grossa - também.. com esse tanto de autorizações.

Eleanor: Pode deixar comigo, eu levo ela - segurei pelos ombros dela, a (S/N) estava caindo - e você estava cheia de energia né moça, agora tá assim. Grogue, grogue.

Você: Me leva pro quarto... - botava a mão na barriga.

Eleanor: É o que estou fazendo.

Levei ela até o recinto, a deitei e a cobri. Parecia uma mãe e uma criança, sorri com isso.

Você: Dorme aqui? A Donna não vem pra cá hoje.

Eleanor: Tem certeza? - ela assentiu - estou confiando em você, por que vai que ela aparece e não gosta de me ver deitada na cama dela - ri.

Você: Tô morrendo de sono.

Eleanor: Eu também, vou buscar minha escova de dentes.

Você: Tá. Não vou te esperar acordada, ok? - assenti e ri.

Fui até o quarto, Emma chorava enquanto tirava os saltos em cima da cama. Fiquei preocupada, mas não queria me intrometer. De qualquer modo a curiosidade falou alto.

Eleanor: Emma, aconteceu alguma coisa? - ela assentiu - Quer me contar o que houve? - ela negou.

Fui até o banheiro escovar os dentes lá mesmo, mas os soluços só aumentavam, e eu me sentia incomodada.

Eleanor: Quer que eu busque alguma coisa pra você? Um chá?

Emma: Por favor - dizia limpando as lágrimas com as costas de sua mão(as unhas pintadas de vermelho escuro), ainda soluçando, só que baixinho. Sei bem como é essa sensação, incontrolável.

Caminhei até o refeitório com calma, nada se passava à minha mente até me encontrar com o Liam no corredor.

Eleanor: Hey! - ele andava depressa. Se virou e sorriu. - Tudo bem?

Liam: Sim, e com você? - assenti - O que está fazendo aqui a essa hora?

Eleanor: Vim buscar um chá, ou um calmante.

Liam: A situação está tão complicada assim? - ele sorria carinhoso.

Eleanor: Não é pra mim - deixei o assunto no ar.

Liam: Pra quem é então?

Eleanor: Emma - ele pareceu surpreso.

Liam: Do jeito que ela e Donna são, apenas tranquilizante de animais derruba - rimos.

Eleanor: Então.. por que está indo ao refeitório essa hora?

Liam: Estou com muita fome - ele riu passando a mão na barriga, ele estava de camiseta cinza.

Eleanor: Hum.. se bem que um pouco de chocolate a essa hora cairia muito bem - rimos.

Caminhamos e conversamos calmamente. Passamos por Zayn que voltava do refeitório avisando que o mesmo estava fechado, então me lembrei que Donna tinha um frigobar novo dentro do quarto, comprado logo após destruírem seu antigo (por que a Claire havia destruído o quarto, segundo a (S/N)). Talvez ela tenha chá, ou até chocolate dentro do mesmo. Lembro que a (S/N) comentou que a Donna sempre toma chá antes de dormir, costume adquirido recentemente.

Eleanor: Se é assim.. boa noite Liam - digo sem graça.

Liam: Boa - ele disse, acenou e tomou direção contrária.

Caminhei um pouco mais rápido até o quarto, quando ficava muito tarde (como agora) os corredores ficavam escuros demais já que os inspetores desligavam as luzes. Era hora dos alunos estarem dormindo. Além de que já ouvi muitas histórias de fantasmas aqui na EG.

Procurei pelo frigobar nas coisas da Donna com medo de ser flagrada. Se bem que seria para a amiga dela, não é? Acho que não teria problema. Não havia como esquentar a água, então fiz chá gelado o suficiente para mim e para Emma. Fui até o quarto e me sentei na sua cama, a encontrando de pijama mexendo no celular, mais calma e com a cara vermelha. Como já estava sentada não precisou fazer esforço, começou a tomar rapidamente.

Eleanor: Peguei o chá no frigobar da Donna, como são amigas espero que ela não se importe.

Emma: Ela não liga - disse e negou.

Eleanor: Está mais tranquila?

Emma: Sim - respondeu assim que terminou de tomá-lo.

Eleanor: Quer me contar agora o que aconteceu? - suspirou antes de falar:

- (S/N) aconteceu. Eleanor, eu gosto do Niall.

Eleanor: Como assim?

Emma: A gente ficava, eu sempre tentei algo a mais com ele, algo mais sério. Namorar com ele. - ela gesticulava conforme cada frase - Dei todo o meu carinho, mostrei que eu me importo, mas parece que nada funcionou. Parece que ele nunca notou - Eu escutava atenta - mas eu sempre estive aqui.

Ela juntou suas mãos e as encarou, triste. Ela chorava por ter entendido que ele e (S/N) haviam se entendido. Que estavam juntos, ela sabia que ele a amava.

Eleanor: Você sabe que gostar e amar são coisas diferentes, não sabe? - perguntei sem medo da resposta. Eu poderia esperar qualquer coisa vinda dos alunos da escola.

Emma: Acho que sim. Agora é seguir em frente - assenti - o problema é que eu não quero...

Começou a chorar de novo, escondendo seu rosto.

Eleanor: Não quer o que? - perguntei assustada.

Emma: Seguir em frente.

Eleanor: Infelizmente não posso fazer nada, nem você. É melhor você dormir, vamos, deita - puxei sua coberta.

Emma: Obrigada, Els.

Eleanor: De nada, Em. Boa noite.

Desliguei a luz e saí do quarto, me deitei na cama de Donna e comecei a refletir.

- Ei, por que você demorou? - (S/N) me deu um susto, eu pensava que ela estava dormindo.

- Nada não - preferi deixar esse assunto fora dos ouvidos da (S/N), ela tem o coração sensível demais e então ficaria com pena da Emma. O que não é muito bom, já que ela se esquece de algumas coisas facilmente, e de outras não - Boa noite - desliguei o abajur.

- Boa.

Eu escrevo, escrevo, escrevo e acho que
o capítulo vai sair grande. Oh, chessus.
Bisous, gatonas.
Hanna Ashley