One Shot - Harry Styles


Senti um baque no meu bumbum enquanto passava pela sala, na verdade, nem tinha reparado que o Harry estava lá e muito menos que ele havia dado um tapa no meu traseiro. Meus pais eram professores da faculdade, trabalhavam um no curso de Psicologia e outro no de Letras. Como já era noite eles estavam trabalhando, e eu estava em casa com o meu irmão intercambista.

Como eu nunca havia visitado a Inglaterra ou sequer dado uma volta num cruzeiro, nunca conheci de perto qualquer costume. Talvez fosse ignorância da minha parte, mas por um momento acreditei que o que o Styles fazia vinha de suas raízes. Ele costumava me abraçar, me beijar, dar apertões e tapas. Tudo levado para a sexualidade. E hoje, quase um ano depois de sua chegada eu corri atrás e percebi que aquilo poderia chegar a um abuso, se já não fosse, né.

O único problema era: eu gostava.

Estava exausta de tanto andar na praia hoje. Sorte que moro em frente a praia. Harry também foi, e a prova de que eu gosto do que ele faz, e até dele, é que eu fiquei com ciúmes quando ele deu em cima de outras garotas. Percebi de cara qual era o tipo dele: alta, branca, talvez loira, biquíni pequeno ou vermelho.

Cheguei em casa e fui tomar banho, notando que ele me espiava pela brecha da porta e fingi não ligar. Fui para o quarto, me troquei e desci para a cozinha, enquanto passava pela sala para chegar ao quarto, ocorreu a situação que citei inicialmente.

- Harry, dá pra parar? Por favor! Que situação chata! - revirei os olhos.

- Me desculpe. Mas eu não consigo resistir - me puxou pela cintura - estou apaixonado por você desde o primeiro mês em que cheguei. Você é tão perfeita. Tentei chamar a sua atenção, mas estava difícil. Não sabe o quanto eu tive que aguentar - me soltei e disse:

- Harry isso não se chama amor, se chama tesão - e então subi as escadas.

Tranquei a porta do quarto, já que não confiava nele. Pensei, pensei e pensei. Lembrei de alguns bons momentos e de todas as vezes que ele me "atazanou", por algum motivo eu não esqueci. Mas também não gosto dele. Talvez eu queira diversão.

Os dias seguintes se passaram e eu o ignorava, mamãe comentou que escutou ele chorando e jurou que ele sentia saudades de sua família. Então eu comecei a ter cinquenta por cento de certeza de que ele gostava de mim, os outros cinquenta por cento estavam no meu pé atrás.

Logo chegou os um ano dele no Brasil, e então meus pais nos levaram para São Paulo, para um show de uma banda de rock que nós dois curtíamos. Nesse show o clima ficou tão bom que o beijei debaixo da chuva fina, por vontade própria. O que foi esquisito. Mais tarde, não sei por que, fizemos amor no meu quarto de hotel e tudo pra mim estava as mil maravilhas.

Na noite seguinte, eu me arrumava para ir ao jantar que os meus pais reservaram. Botei um vestido bonito, uma maquiagem leve e um salto, como o Harry gostava. Sei lá, eu adorava o agradar. Sem dúvidas, perceber que eu estava apaixonada por ele não foi a maior surpresa daquela noite, Harry me pediu em namoro e os meus pais disseram que eu era mais do que lerda por que estava na cara que ele gostava de mim.

Enfim, no final dessa história eu estava deitada no colo do Harry, enquanto assistíamos a um filme de terror qualquer e ele me fazia um cafuné gostoso.

FINGE QUE GOSTOU DORIS </3

SOCORRO PRECISO MELHORAR NOS TEXTOS COM O HARRY

ESSE FICOU UM BRIOCO

TALVEZ SEJA PQ JÁ É O QUARTO TEXTO QUE ESCREVO HOJE

TÔ MORTA, GALERA. FUI

2 comentários:

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